terça-feira, 22 de maio de 2018

Santíssima Trindade - Ano B

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Santíssima Trindade
Selados na Trindade
Mateus 28.16-20

            No dia da Celebração do Pentecostes, terminamos o Ciclo Pascal. Agora estamos dando reinício ao Tempo Comum. A primeira celebração após o Pentecostes é a Santíssima Trindade.
            O Pai revelou o Filho e o Filho revelou o Espírito Santo. Cremos em um único Deus. Só há um Senhor. Deuteronômio 6.4,5 diz: “Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças”.
            Não existe como dividir Deus. Ele o único Senhor. Contudo, em sua Soberania e Onipotência, Deus é três pessoas distintas em um único Ser. Ele é Pai, Filho e Espírito Santo.
            Olhe para o Batismo do Senhor Jesus: O Pai está nos céus e fala; o Filho está no Rio Jordão e o Espírito vem em forma corpórea de pomba. Mateus 3.16,17 – “Depois que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Eis que os céus se abriram e viu descer sobre ele, em forma de pomba, o Espírito de Deus. E do céu baixou uma voz: Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição”.
No apedrejamento de Estevão encontramos a mesma cena: Estêvão está cheio do Espírito Santo, e olha para o céu e vê no trono o Pai e o Filho.  Atos 7.55 – “Mas, cheio do Espírito Santo, Estêvão fitou o céu e viu a glória de Deus e Jesus de pé à direita de Deus”.
Por isso nossa doutrina diz: “Há um só Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo nem partes; de poder, sabedoria e bondade infinitos; criador e conservador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Na unidade desta Divindade, há três pessoas da mesma substância, poder e eternidade – Pai, Filho e Espírito Santo” (Os 25 Artigos de Fé da Igreja Metodista).
Hoje refletiremos neste mistério da fé baseado nas últimas palavras do Senhor Jesus.

I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?________________________

Após a ressurreição de Jesus, os discípulos foram para a Galiléia para um monte designado pelo Senhor Jesus (16). Foram para um lugar distante de Jerusalém para que o Senhor pudesse, longe do tumulto, dar as últimas instruções aos seus apóstolos e seguidores. Nesta ocasião Ele apareceu para mais de 500 pessoas (I Co 15.4-8).
Quando viram o Senhor, o adoraram; mas alguns duvidaram (16). Estas duas realidades estiveram presentes na vida dos primeiros cristãos: a adoração e a dúvida.
Parece que Jesus ignora a dúvida de alguns, e reafirma sua autoridade (18): “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”.
Ele já tinha esta autoridade no céu, mas a mesma foi limitada mediante a encarnação. Filipenses 2.6-8: “Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz”.
Logo após, o Senhor entrega a missão aos discípulos (19): “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Os novos discípulos seriam batizados na fórmula da Trindade. Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.
No batismo cada discípulo passaria a ser selado pela Santíssima Trindade. Não seria apenas uma celebração ou um ritual, mas um verdadeiro selo de filiação e garantia.
Junto com o Batismo, deveria vir o ensino das Palavras de Jesus (20a): “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”.
Através da pessoa do Espírito Santo, Jesus estaria com os seus discípulos todos os dias, até a consumação do século (20b). Estariam cumprindo a missão e acompanhados pelo Deus trino.

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
            O que Deus falou com você neste Evangelho? ___________________________

·         Precisamos obedecer a Jesus e nos retirar para está a sós com Ele. Somente na intimidade teremos revelações tremendas do Senhor.
·         Preciso aumentar a minha adoração e eliminar as minhas dúvidas. Preciso vigiar minha vida espiritual todos os dias, pois, posso estar diante de Jesus e ainda assim ter o coração cheio de dúvidas e medos.
·         Jesus tem toda autoridade. Não preciso temer nada. Estou aliançado com Aquele que é a autoridade final em todas as áreas de minha vida e da minha família.
·         Fui selado no nome da Santíssima Trindade em meu batismo. Preciso levar mais discípulos ao pacto do Batismo. Somente este pacto nos sela ao Deus Trino.
·         Além de batizar, preciso ensinar. O discipulado precisa ser meu estilo de vida. Preciso sempre estar discipulando alguém.
·         Tenho certeza que Jesus está comigo todos os dias até a consumação dos séculos. Não posso duvidar, nem temer. Através do Espírito Santo tenho intimidade diária com Jesus. Nele serei sempre vencedor.

III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
            Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________

            Senhor! Desejo ter momentos a sós contigo para aprender seus ensinamentos e aumentar minha intimidade com usa Palavra. Sei que muitas vezes sou assaltado pelas dúvidas, mas desejo ter meu coração em plena adoração e confiança. Sei que o Senhor tem toda a autoridade no céu e na terra, por isso sairei com fé para fazer discípulos e discípulas batizando em Seu Nome Trino. Quero também dedicar minha vida a ensinar seus princípios e valores. Tenho certeza que o Senhor está comigo. A Santíssima Trindade permanece em minha história de vida. E sou mais que vencedor. Louvado seja o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo. Amém.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
_________________________________________

Conclusão:
            A Trindade está relacionada ao discipulado. Devemos crer no Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo, fazer discípulos, ensinar e viver os valores do Evangelho. Que por nossa vida, mais pessoas sejam seladas pelo Batismo. Avante no discipulado!


terça-feira, 15 de maio de 2018

Dia de Pentecostes


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Pentecostes
Vem Espírito Santo!


                Depois de caminharmos sete semanas na Páscoa do Senhor, celebramos com muita alegria o Dia de Pentecostes. Esta festa judaica celebrava o dia quando Deus escreveu a Lei em tábuas de pedras no Monte Sinai. Exatamente neste dia, 50 dias após a Páscoa, o Espírito Santo veio e escreveu sua Lei em nosso coração. Ele havia prometido em Ezequiel 11.19: “E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne”.
                Antes de ir aos céus, Jesus mandou a igreja ficar em Jerusalém e esperar o revestimento do alto (Lc 24.49). João Batizou com água e Ele batizaria com o Espírito Santo com fogo (At 1.5).
Exatamente no dia de Pentecostes todos os discípulos foram cheios do Espírito Santo e falaram em outras línguas (At 2.4). Passaram a ser testemunhas em Jerusalém e até aos confins da terra (At 1.8). Esta promessa não foi apenas para os apóstolos, mas para todos os que creem em Jesus Cristo como Senhor e Salvador (At 2.39). É promessa para nossa vida.
                Hoje examinaremos três textos do Evangelho de João para aprendermos sobre a vinda do consolador.
·         Leitura do Evangelho: João 15.26,27 / João 16.12-15 / João 20.19-23


I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?________________________
Em João 15.26,27 Jesus diz que enviaria o Consolador da parte do Pai. Ele é chamado de Espírito da Verdade que dará testemunho de Jesus (26).
Através do Espírito Santo e da experiência que os apóstolos tiveram, eles dariam testemunhos de Jesus para a salvação do mundo (27).
A função do Espírito Santo da Verdade é ser o consolador (Paraklitos no grego) que auxiliará os discípulos a dar testemunho correto e com poder sobre a pessoa e ministério de Jesus. Consolador significa no original “exortador”.
Em João 16.12-15 Jesus diz que deseja ensinar muitas outras coisas, mas os discípulos não estavam preparados para suportar (12).
Mas viria o Espírito da Verdade que guiaria os discípulos em toda a verdade. A função do Espírito Santo seria instruir os discípulos em toda a verdade sobre a vida e missão da igreja e anunciar o que iria acontecer no futuro (13). Ele viria para dar as instruções que os discípulos não puderam reter anteriormente.  
Ele glorificaria Jesus em tudo. Receberia o “mistério” de Cristo e anunciaria aos discípulos. O que Jesus não pode falar porque os discípulos não estavam preparados, Jesus disse que o Espírito Santo falaria (14). / O Espírito Santo seria o transmissor fiel de tudo que recebeu do Pai e do Filho (15). / Por último, em João 20.19-23 o Evangelho narra a aparição de Jesus ressuscitado no primeiro domingo da Páscoa. Estavam trancados em uma casa com medo dos judeus. Jesus aparece e os envia como missionários ao mundo e depois lhes sopra o Espírito Santo dizendo: “Recebei o Espírito Santo” (22). Foi uma preparação para o grande dia de Pentecostes quando todos foram cheios do Espírito Santo e saíram pelo mundo como testemunhas da salvação em Cristo Jesus.

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
                O que Deus falou com você neste Evangelho? ___________________________
·         O Espírito Santo é uma promessa de Jesus para a minha vida. Ele é o Espírito da Verdade e só me conduzirá pelo caminho da verdade. Nenhum erro ou mentira procede do Espírito Santo. O Espírito me dará testemunho sobre o ministério de Jesus sobre minha vida e minha igreja.
·         Através do Espírito Santo eu conseguirei dar testemunho correto sobre Jesus. O Espírito Santo me fará permanecer na doutrina de Jesus.
·         A função do Espírito Santo da Verdade é ser o meu consolador que me auxiliará a dar testemunho de Jesus.
·         O Espírito Santo irá me ensinar muitas coisas. Ele me explicará o Evangelho e me aprofundará no mistério da fé em Cristo Jesus.
·         Ele me conduzirá a toda a verdade.
·         O Espírito Santo me ajudará a glorificar Jesus em todas as áreas da minha vida.
·         Ele me transmitirá com fidelidade tudo que ouviu do Pai e do Filho. Ele nunca irá trabalhar em minha vida sem conexão com o Pai e o Filho.
·         Ele retirará de mim o medo e me enviará como missionário ao mundo. Ele estará comigo e serei frutífero na missão de fazer discípulos e discípulas.

III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
                Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________
Vem Espírito Divino! Senhor meu Pai, envia o Teu Espírito Santo como Jesus prometeu. Que Ele me conduza em toda a verdade. Que Nele eu aprenda todo o ministério de Jesus para minha vida. Que possa dar testemunho correto da doutrina de Jesus. Que Ele seja meu consolador e protetor. Ajuda-me a glorificar Jesus em todas as áreas de minha vida. Que o Espírito Santo me auxilie a estar sempre em comunhão com o Pai e com o Filho. Retira de mim o medo e me envie como testemunha fiel do Senhor para que eu possa ser cheio do poder e fazer muitos discípulos e discípulas. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, na comunhão do Espírito Santo, agora e sempre. Amém.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
______________________________________________________________________

Conclusão:
                Precisamos do Espírito Santo. É Ele quem fará sinais através de nossas vidas. Seremos frutíferos se deixarmos o Espírito Santo nos guiar. Que nossa oração seja: “Vem Espírito Santo”! Que todos nós sejamos batizados com o Espírito Santo e fogo!

terça-feira, 8 de maio de 2018

Dia da Ascensão de Cristo - Ano B


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A Ascensão do Senhor
Sinais para Testemunhar
Marcos 16.15-20


O que celebramos no dia da Ascensão?_________________________________
Por volta do ano 388dC podemos ver o testemunho de Gregório de Nissa sobre a celebração da Solenidade da Ascensão do Senhor no Oriente. Ela era a festa da “volta do Cristo ao Pai”, fixada quarenta dias após a Festa da Páscoa em consonância com o relato bíblico de Lucas.
A Ascensão do Senhor, sua subida ao céu, ocorreu quarenta dias após a sua ressurreição, em uma quinta-feira. Hoje meditaremos nas últimas palavras do Senhor, na missão que Ele nos deu e no significado da Ascensão para nossas vidas.

I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?________________________
            O versículo 14 de Marcos 16 diz que o Senhor Jesus apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.
            É neste momento que o Senhor os envia como missionários por todo o mundo, para pregar o Evangelho a toda criatura (15). Não deveriam centralizar seus ministérios em Jerusalém, mas avançar por todas as nações.
            As pessoas que iriam ouvir o Evangelho teriam a opção de crer ou não crer. Todos os que creem passariam pelo batismo. O batismo seria o sinal público de que a pessoa verdadeiramente creu no Senhor. Por outro lado, quem não crer assinaria sua própria condenação eterna (16).
            Os que creem, além da salvação, teriam os sinais os acompanhando (17): “Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem”.
            Jesus fala dos seguintes sinais (milagres) que seriam realizados em Seu nome:
            “Em meu nome, expelirão demônios”: autoridade na batalha espiritual; “falarão novas línguas”: poder para testemunhar; “pegarão em serpentes”: enfrentamento de demônios; “e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal”: livramento; “se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados” (18): sinais para testemunhar.
            Os sinais possibilitariam o testemunho.
            Entre os versículos 18 e 19 existem quarenta dias de diferença. Atos 1.3 diz: “A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus”(Leia Atos 1.1-11).
            Marcos diz que “o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus”. Estar assentado a destra de Deus significa autoridade para agir e para interceder pela vida da igreja.
A Ascensão do Senhor ocorreu quarenta dias após a Páscoa. Segundo Lucas 24.50,51, ocorreu quando o Senhor ia a Betânia: “Então, os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou. Aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu”. Provavelmente ocorreu no Monte das Oliveiras, no caminho para Betânia.
            Não foi uma partida melancólica e triste. Pelo contrário, os apóstolos ficam motivados para testemunhar tudo que Jesus fez e ensinou. “Eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam” (20). Eles pregavam e Jesus confirmava a Palavra por meio dos Sinais. A ascensão foi o selo do ministério do Senhor e a certeza de que Ele um dia voltará nas nuvens para nos buscar.  

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
            O que Deus falou com você neste Evangelho? ___________________________

·         Sou enviado a pregar o Evangelho e fazer discípulos de Jesus por todo o mundo.
·         Preciso ser fiel ao “Ide” de Jesus. Tenho que sair das quatro paredes e levar o Evangelho onde as criaturas precisam ser transformadas em filhos.
·         Sou responsável de pregar o Evangelho. Todos que creem precisam ser levados ao Batismo. Preciso trabalhar para que, por minha causa, muitas vidas possam passar pelo batismo.
·         Não posso ficar triste por que uns não irão crer. Preciso ficar motivado porque muitos irão crer e serão batizados. Meu foco precisa estar nos que crerão. Esta deve ser minha motivação.
·         Os sinais irão acompanhar a minha vida e a vida de todos que creem.
·         No Nome de Jesus tenho autoridade espiritual, poder para testemunhar e livramento.
·         Sei que Jesus foi assunto ao céu, está assentado à direita de Deus e intercede por minha vida.
·         Ele permanece com as mãos estendidas para nos abençoar.
·         Preciso partir para testemunhar. Sei que os sinais irão confirmar a Palavra que anunciarei.
·         Serei bem sucedido na missão assim como foram os apóstolos.

III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
            Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________

Senhor. Aceito teu chamado para minha vida. A minha missão é fazer discípulos e discípulas para o Senhor Jesus. Desejo ser fiel ao Ide que o Senhor estabeleceu para a igreja. Que através da minha vida muitas pessoas sejam levadas ao Batismo. Continue confirmando o meu trabalho através dos sinais. Que minhas mãos sirvam para libertar e abençoar. O Senhor foi elevado aos céus e permanece intercedendo por nós. Fortalece nossa igreja para a missão. Por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito santo. Amém.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
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Conclusão:
A Ascensão de Cristo fala sobre a missão que recebemos, e sobre o poder que Jesus nos deu para a sua realização. O Senhor está assentado a direita de Deus Pai e enviou o Espírito Santo para estar ao nosso lado. Com o Espírito Santo faremos muitos discípulos e discípulas, e os sinais nos acompanharão.

terça-feira, 24 de abril de 2018

6º Domingo da Páscoa - Ano B


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6º Domingo da Páscoa
Amar como Jesus amou
João 15.9-17

            Hoje o Evangelho nos ensinará o segredo do sucesso no discipulado: o amor. É impossível gerar discípulos sem cumprir o mandamento de Jesus. Não somos desafiados apenas a amar o próximo, mas a amar o próximo da mesma forma como Jesus nos amou. Ele é o nosso modelo e seremos provocados a permanecer neste amor.  

I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?________________________

            O Senhor Jesus demonstra toda a motivação do seu ministério: o amor.
Esta é a dinâmica apresentada por Jesus: O Pai amou o Filho. O Filho amou seus discípulos e estes precisariam permanecer no amor (9). Esta é a característica de que eles continuavam na mesma motivação do Pai e do Filho.
            Permanecer no amor de Jesus só é possível quando guardamos seus mandamentos. O Senhor Jesus é o próprio exemplo (10): “...assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço”.
            Todo este ensinamento tem como alvo a nossa alegria completa em Cristo (11). O mandamento de Jesus produz o verdadeiro regozijo.
            Só permanecemos no amor se vivermos o seu mandamento. Ele disse (12): “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”.
            Quem ama o próximo pratica a justiça, evangeliza, discipula, tem relação de bondade, fraternidade e paz com os outros.
Antes de amar as pessoas do mundo os discípulos tiveram a tarefa de amar uns aos outros (a si próprios).
            Jesus é o nosso modelo de amor. Ele diz (13): “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”. A morte de Jesus na cruz foi sua maior prova de amor.
            Se andarmos no amor cumprindo seu mandamento, seremos tratados como amigos de Jesus (14).
Neste amor, Jesus já não chama seus discípulos de servos, mas de amigos. Na intimidade do amigo, Ele compartilhou tudo que ouviu do Pai (15).
            Ele escolheu seus discípulos para darem muitos frutos. Não foram os discípulos que o escolheram.
            Os frutos deveriam permanecer para que as orações fossem respondidas. Ele disse (16): “a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai no meu nome, ele vo-lo conceda”.
            Isso tudo só seria possível na vivencia do mandamento. Jesus reafirma este mandamento que deveria nortear a vida de seus discípulos: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (17).

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
            O que Deus falou com você neste Evangelho? ______________________________
            O texto do Evangelho me ensinou muitas coisas:

·         A motivação de todo o meu ministério deve ser o amor. Sem amor não há frutos ou felicidade.
·         Preciso continuar na dinâmica do Amor. O Pai amou o Filho e o Filho me amou. Agora preciso amar meus irmãos para dar continuidade ao fluxo do amor.
·         O amor não é palavras. Preciso amar guardando os mandamentos de Jesus. Eu demonstro o meu amor pelas minhas atitudes.
·         Se eu atender aos mandamentos de Jesus, terei alegria completa e verdadeira.
·         Tenho que compreender com o coração o mandamento de Jesus: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”.
·         Meu modelo de amor é o próprio amor de Jesus por minha vida. É dessa forma que preciso amar meu irmão.
·         Preciso valorizar a morte de Jesus como ápice de Seu amor por minha vida.
·         Se eu amar meus irmãos serei chamado de amigo de Jesus.
·         A vontade de Jesus é me chamar de amigo e não de servo. Mas para isso preciso ouvir e praticar suas palavras.
·         Eu não escolhi Jesus. Ele me escolheu para que eu dê muitos frutos.
·         Meus frutos precisam permanecer para que minhas orações sejam respondidas.

III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
            Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________

Senhor. Que a motivação do meu ministério seja o amor. Que eu dê continuidade ao fluxo do amor que veio do Pai para o Filho e passou para minha vida. Que o meu amor não seja somente palavras, mas que eu possa guardar seus mandamentos amando meus irmãos de forma concreta. Quero viver o teu mandamento e valorizar o teu amor demonstrado na cruz. Quero ser chamado seu amigo e todos os dias declarar que foi o Senhor quem me escolheu. Fui escolhido para dar frutos que permaneçam. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, na Unidade do Espírito Santo. Amém.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
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Conclusão:
            O discipulado exige amor. Somente no amor conseguimos insistir com a obra de Deus na vida de uma pessoa. Quem não consegue amar, nunca conseguirá fazer discípulos. Somente o amor é a garantia de que seremos competentes na Missão de fazer discípulos.


5º Domingo da Páscoa - Ano B


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5º Domingo da Páscoa
A Videira Verdadeira
João 15.1-8

No Evangelho de hoje o Senhor Jesus usa a analogia da Videira para falar de seu ministério e de sua relação com seus discípulos. Aprenderemos princípios espirituais sobre o discipulado que gera fruto. A palavra chave desse Evangelho é permanecer. Que possamos permanecer no Senhor e dar muitos frutos para sua glória.
           
I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?______

            Jesus se coloca como a videira verdadeira e o Pai como o agricultor. Isso significa que existem videiras falsas que não tem Deus como o agricultor (1).
            Como no cultivo de uvas, todo ramo inútil é cortado para que possa brotar outros ramos que darão frutos. O ramo que dá fruto, por sua vez, é limpo (podado) para que possa dar mais frutos. Assim acontece com os ramos que estão em Jesus (2).
            A forma do Senhor limpar seus ramos é a Palavra (3), contudo o ramos precisam permanecer na videira para dar frutos; senão ele secam e murcham (4).
É impossível dar frutos separado da videira.  Jesus diz (5): “...sem mim nada podeis fazer”.
            Quem se separa da videira verdadeira será lançado fora e secará. Assim como os galhos secos, serão jogados no fogo para queimar (6). Isso fala da condenação final. 
            Quem permanece na videira e vive as Palavras do Senhor, tem a oração respondida (7): “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”.
            Deus é glorificado quando damos muito frutos. Isso faz com que nos tornemos seus discípulos da forma mais plena da palavra (8).

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
            O que Deus falou com você neste Evangelho? ___________________________
            O texto do Evangelho me ensinou muitas coisas:

·         Tenho que tomar cuidado com as videiras falsas que surgem no meu caminho. As videiras falsas são as religiões. Somente Jesus é a videira verdadeira. Preciso estar Nele.
·         Seu eu não der frutos serei um ramo inútil para o Reino de Deus. Minha vida precisa ser coerente com a minha fé e preciso fazer discípulos. Senão serei cortado da videira. 
·         Tenho que aceitar o tratamento de Deus em minha vida, me podando. Sempre quando dou fruto, sou limpo para dar mais frutos. São as podas de Deus em minha vida.
·         Preciso ler e meditar a Palavra de Deus. É dessa forma que o Senhor limpa minha vida para eu que possa dar mais frutos.
·         Todo meu esforço deve ser para permanecer na videira, senão secarei e murcharei.
·         Tenho que entender que é impossível ter uma vida frutífera e abençoada sem Jesus.
·         No dia em que me separar da videira eu secarei e serei lançado no fogo. Por isso preciso permanecer em Cristo.
·         Minhas orações serão respondidas a medida que eu permanecer na videira e as Palavras do Senhor permanecerem em mim.
·         Tornar-me-ei um verdadeiro discípulo quando der muitos frutos. Desta forma glorificarei o Pai e exaltarei o nome de Jesus.

III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
            Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________

“Senhor. Livra-me das videiras falsas. Não me deixes ser um ramo inútil. Quero permanecer em ti, ser limpo por ti e dar muitos frutos. Continue limpando minha vida pela Palavra. Quero permanecer para ser sempre frutífero em Ti. Sei que é impossível fazer qualquer coisa sem o Senhor. Não quero secar e ser lançado no fogo. Sei que permanecendo em Ti, todas as minhas orações serão ouvidas e atendidas. Por isso, quero me tornar um verdadeiro discípulo, dando muitos frutos e glorificando o nome do Pai. Por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo”.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
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Conclusão:
            Nossa vida espiritual como discípulos de Cristo está intrinsecamente relacionada a nossa permanência no Senhor e em sua obra. Abandonar a Igreja significa se desligar da videira, pois a Igreja é o Corpo de Cristo. Preciso permanecer na obra de Deus e celebrar os muitos frutos que darei para a Glória do Pai.


terça-feira, 17 de abril de 2018

4º Domingo da Páscoa - Ano B


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4º Domingo da Páscoa
O Bom Pastor
João 10.11-18

            O Evangelho do 4º Domingo da Páscoa apresenta Jesus como o Bom Pastor. Aprendermos a distinguir o pastor do mercenário e a entender as ações de Jesus sobre nossas vidas. Este Evangelho nos levará a intimidade e a confiança no Cristo que morreu e ressuscitou. No Bom Pastor estaremos mais seguros e confiantes para uma vida de vitória. 

I. Leitura do Evangelho (O que o texto diz?)
O que relata o texto do Evangelho?________________________

Jesus revela aos seus discípulos que ele é o Bom Pastor (11) “Eu sou o bom pastor”. Isso é uma alusão clara ao Salmo 23. Ezequiel 37.24 também fala do pastor que viria para unir Israel e salvar o povo. A figura do pastor é uma profecia messiânica. Diz respeito a promessa feita sobre o Messias no Antigo Testamento.
Jesus não é apenas o Pastor; Ele é o Bom Pastor. A palavra “bom” só podia ser aplicada a Deus. Isso revela a divindade de Jesus (Lc 18.19,20).
Como bom pastor, Jesus daria a vida pelas ovelhas (11). O texto aponta para o sacrifício de Jesus por seus discípulos na cruz do calvário. A vida das ovelhas foi considerada mais importante do que sua própria vida.
            O Evangelho fala também do mercenário. Mercenário era um profissional contratado para cuidar das ovelhas. Era um emprego justo e correto. Contudo, ele não era o pastor de verdade. As ovelhas não lhes pertenciam. Por isso, quando via o lobo, fugia. Assim as ovelhas eram arrebatadas e dispersas (12). O mercenário não tinha nenhuma relação de afetividade com as ovelhas. Era apenas uma relação financeira e profissional. Preferia salvar sua vida, a vida das ovelhas. Não tinha uma relação de paternidade e possessão.  
            Jesus diz (13): “O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas”. O verdadeiro cuidado com as ovelhas somente o bom pastor tem.
            No v.14 Jesus volta a afirmar que é o Bom Pastor. Nesta relação, Ele conhece as suas ovelhas e elas o reconhecem como seu Pastor. Pastor e Ovelhas se conhecem. Esta relação entre Jesus e suas ovelhas é semelhante sua relação com o Pai (15): “assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai”.
            Jesus volta a afirmar (15): “dou a minha vida pelas ovelhas”. É a ênfase em seu sacrifício na cruz pela salvação de suas ovelhas. 
            Jesus afirma ainda que, tinha outras ovelhas, em outros apriscos. Sua tarefa era conduzi-las até o seu aprisco. Elas também ouviriam sua voz. Assim haveria apenas um rebanho em um único aprisco e um único pastor (16). 
            Nos versículos 17 e 18 Jesus explica como seria o resgate pelas ovelhas mediante o sacrifício da cruz e em sua ressurreição. “O Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir”.
Sua morte não seria o fim de seu ministério. Ele teve autoridade para morrer e autoridade para ressuscitar (18): “Ninguém a tira (a vida) de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai”.

II. Meditação do Evangelho (o que o texto me diz?)
            O que Deus falou com você neste Evangelho? ___________________________
            O texto do Evangelho me ensinou muitas coisas:

·         Jesus é o meu Bom Pastor. Ele é aquele que cuida de mim em todos os aspectos.
·         Ele é o Deus encarnado que veio para ser o pastor da minha vida.
·         Jesus é o pastor que morreu por mim. Ele considerou a minha vida mais importante do que a sua própria vida. Sou amado pelo Bom pastor.
·         Não posso confiar no mercenário. O mercenário é a religião. Ela não me protege. Somente o Bom Pastor. Minha relação com Jesus precisa ser mais profunda do que qualquer relação com a religião.
·         A religião foge do lobo, contudo, Jesus o enfrenta para me salvar. Por isso, sou discípulo de Jesus e não da religião.
·         Jesus não é o mercenário. Ele cuidará de mim em todo o momento e em todos os aspectos.
·         Preciso crescer na intimidade com Jesus. Ele me conhece plenamente, e eu, como ovelha, preciso conhecê-lo. Como está a minha intimidade com o Senhor Jesus?
·         Jesus morreu para me salvar. Ele deu a vida por mim.
·         Existem outras ovelhas de Jesus que estão em outros apriscos. Estes apriscos são as religiões e as escravidões do mundo. Preciso auxiliar o Bom Pastor a conduzi-las ao aprisco do Senhor, a Igreja. Tenho que fazer discípulos de todas as nações. Outras ovelhas precisam pertencer ao aprisco de Deus.
·         O meu Bom Pastor morreu e ressuscitou. Teve plena autoridade para morrer e autoridade para ressuscitar. Isso significa que ele tem toda autoridade sobre a minha vida e sobre minha morte. Estou plenamente seguro Nele. Não posso duvidar. Tenho que confiar de que Ele é o meu único e suficiente salvador e pastor.
·         O pastor da igreja é apenas uma ovelha que serve e cuida das outras ovelhas. Contudo, o único Bom pastor é o Senhor Jesus. 
             
III. Orando o Evangelho (O que digo a Deus?)
            Faça uma oração baseada no Evangelho meditado:________________

Senhor. Obrigado por que tenho Jesus como o meu Bom Pastor. Sei que o Senhor cuida de mim em todos os aspectos. O Senhor é o Pastor da minha vida. Sinto-me amado por sua morte e ressurreição por minha vida. Ajude-me a não confundir o Bom Pastor com o mercenário. Que eu seja ovelha de Jesus apenas. Não me deixe ficar nas mãos do mercenário e dos lobos. Desejo crescer na intimidade com o Senhor. O Senhor me conhece plenamente e eu desejo conhecê-lo a cada dia. Desejo auxiliá-lo na recondução de suas ovelhas que estão em outros apriscos. Desejo fazer discípulos, porque sei que o teu sonho é ter um único rebanho. Louvado seja o Senhor por sua morte e ressurreição. O Senhor tem plena autoridade sobre minha vida, meu futuro e minha existência. Nada acontecerá por acaso. Sou plenamente cuidado pelo Bom Pastor. Por isso desejo te servir e trabalhar abundantemente em tua obra. Em Nome de Jesus, na unidade do Espírito Santo. Amém.

IV. Qual o compromisso que assumirei depois desta meditação na Palavra de Deus?
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Conclusão:
            Nossa grande tarefa é viver na confiança de que o Bom Pastor cuida da nossa vida. Precisamos também buscar as ovelhas que estão perdidas, desgarradas e em outros apriscos. Que possamos auxiliar o Bom Pastor fazendo discípulos e discípulas de todas as nações. Você aceita esta tarefa?