terça-feira, 14 de novembro de 2017

33ª Semana Comum - Ano A

33ª Semana Comum
Talentos
Pv 31.10-13, 19,20,30-31 / Sl 128 / I Ts 5.1-6 / Mateus 25.14-30

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A palavra de Deus hoje nos ensinará sobre os talentos. Na parábola de Jesus o talento é a nossa salvação que necessita ser desenvolvida e compartilhada. Nossos talentos precisam ser utilizados para o beneficio do próximo. Mas eles só serão eficazes se foram abençoados pelo Senhor. Nossa tarefa como discípulos é vigiar nossos talentos para que sejam uteis ao reino de Deus. Estudaremos os talentos como a dádiva da salvação e como os dons recebidos.

I. Talento e Salvação - Mateus 25.14-30
Em sua parábola, Jesus diz que Deus nos deu talentos segundo a nossa capacidade (14,15).
Uns desenvolvem seus talentos e ampliam o dom recebido por Deus (16-17).
Outros escondem a graça recebida (18).
No final dos tempos todos nós prestaremos contas dos talentos recebidos. Para aqueles que desenvolveram o talento, o Senhor dirá (21): “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”.
Mas aquele que escondeu o talento e não o desenvolveu, receberá o seguinte juízo (26-30): “Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes”.
Observe que o servo negligente perde a salvação. Por isso este texto não trata de talentos como dons (carismas), mas da graça da salvação que Deus deu a cada um de nós e que precisa ser desenvolvida.
Ou você desenvolve a sua salvação ou morrerá na caminhada da fé. A salvação é o talento que recebemos que precisa ser compartilhada e desenvolvida. Sem este trabalho diário de santidade, seremos servos maus e negligentes e perderemos a nossa salvação. Assim como uma planta que não é tratada morre.
Em Filipenses 2.12 Paulo diz: “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor”.
ü  Como você tem desenvolvido sua salvação?

II. Talento utilizado em benefício do próximo - Provérbios 31.10-13, 19,20,30-31
Provérbio fala de uma mulher virtuosa e exemplar que desenvolveu o dom recebido por Deus. Soube trabalhar todas as capacidades recebidas em benefício do próximo.
A pessoa assim é mais valiosa do que finas joias (10). É bênção para a família em todos os sentidos (11-13). Além de abençoar sua casa, é a mão de Deus para o aflito e necessitado da sociedade (19,20).
O segredo da pessoa que desenvolve os dons de Deus a serviço do próximo é o temor ao Senhor.
Quem teme a Deus realiza tudo em excelência. “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras (30-31)”.
ü  Como você tem utilizado seus talentos para o benefício do próximo?

III. Talento abençoado - Salmo 128
            Ninguém consegue desenvolver seus talentos sem a graça do Senhor. Nossas capacidades só serão abençoadas quando temermos ao Senhor e andarmos nos seus caminhos (1): “Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos”!
Haverá bênção no trabalho (2): “Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem”; e na família (3): “Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa”.
            Podemos ter muitas coisas e permanecermos vazios. Não basta ter talentos. Precisamos ter os talentos abençoados pelo Senhor. Isso virá pelo temor a Deus (4): “Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR”!
ü  O que são talentos abençoados?

IV. Talento e Vigilância - I Tessalonicenses 5.1-6
Paulo ensina aos Tessalonicenses que o Dia do Senhor virá como um ladrão de noite (1,2).
Quando o mundo estiver seguro em si mesmo, virão tempos de tribulação e a volta de Jesus (3): “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão”.
            Nós não podemos estar em trevas para que a volta de Jesus não nos pegue de surpresa (4).
            Devemos fazer o que Deus deseja, “negociar os nossos talentos”, sabendo que em breve o Senhor voltará e prestaremos contas da salvação e da missão que Ele nos deu.
            Para desenvolvermos nossos talentos, devemos trabalhar e vigiar (5,6): “porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”.
            Quem dorme espiritualmente nunca desenvolverá sua salvação. Jesus diz: “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa”.  (Ap 3:11).
ü  Você tem cuidado da sua salvação? Como é sua vida de vigilância?

Conclusão:
            Temos tudo que é necessário para desenvolvermos a obra de Deus em nós. Ele nos capacitou e nos deu talentos segundo a nossa capacidade. Nossa tarefa é andar no temor de Deus, obedecendo seus princípios e vivendo seus valores.

Oração
Ó Deus, cuja onipotência se revela principalmente em misericórdia e compaixão; concede-nos a plenitude da tua graça, para que, esforçando-nos para alcançar as tuas promessas, sejamos feitos participantes do teu tesouro celestial; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

32º Domingo Comum - Ano A

32º Domingo Comum
Vigilância
Ez 33.1-7/Sl 63.1-8 / I Ts 4.13-18 / Mateus 25.1-13

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A Palavra de Deus nos levará a vigilância. Não podemos perder a expectativa pela volta do Senhor. Em breve Jesus voltará. A vigilância gera santidade, serviço e esperança.

I. A Parábola da Vigilância - Mateus 25.1-13
O Evangelho de hoje fala sobre vigilância.
Jesus conta uma parábola sobre a entrada no Reino de Deus. O contexto é um casamento onde foram escolhidas dez virgens para fazer a recepção do noivo segundo a tradição judaica do I século.
Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. As prudentes, além de levar as lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. Quando o noivo veio, as lâmpadas das néscias estavam apagadas. Foram comprar azeite, mas não deu tempo de voltar. O noivo entrou na casa e fechou a porta. O texto diz (11,12): “Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço”.
            Jesus concluiu a parábola dizendo (13): “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”.
            Nossa espiritualidade cristã precisa ser baseada na vigilância. Não sabemos o dia em que o Senhor voltará, nem sabemos o dia em que morreremos. A qualquer momento a trombeta poderá tocar e seremos arrebatados.
Precisamos constantemente vigiar nossa vida, nossas palavras e nossas atitudes. Jesus está voltando.

II. Vigiar para a Evangelização - Ezequiel 33.1-7
O atalaia é a pessoa que fica em uma torre, ou em um lugar alto vigiando a chegada de alguém. É chamado também de sentinela. As cidades muradas tinham as guaritas dos atalaias. Quando visualizava um ataque, ele tocava a trombeta para alertar o povo do perigo.
Deus fala ao profeta Ezequiel sobre o trabalho do Atalaia. Se ele tiver a revelação que virá o mal, anunciar e o povo não se arrepender, então o povo será responsável pela própria destruição (3,4).
Mas, se o atalaia vir que vem a espada e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo; se a espada vier e abater uma vida dentre eles, a culpa será do atalaia (6).
            Assim também são os discípulos de Cristo. Fomos constituídos por Deus atalaias para avisar ao mundo sobre a volta de Jesus. Se não tocarmos as trombetas, seremos culpados pela morte dos ímpios.
            Nossa tarefa é vigiar e anunciar a palavra de Deus. Todos precisam ser convidados ao arrependimento. Jesus está voltando e precisamos cumprir nossa missão de Atalaias.

III. Vigiar para ação de Graças - Salmo 63.1-8
O Salmista reconhece que a graça de Deus é melhor do que a vida (3)
Afirma que, durante a vigília da noite, fica em seu leito meditando e recordando as ações de Deus em sua vida (6). O Senhor é seu auxílio e seu amparo (7,8).
Precisamos desenvolver está prática espiritual de ficar vigiando as ações de Deus em nossa vida. Muitas vezes o diabo nos conduz pelo caminho da murmuração. Quando meditamos nos feitos de Deus, nos alegramos e nos renovamos espiritualmente.
O discípulo precisa vigiar sua boca para que a murmuração não encontre lugar em sua vida.
A melhor forma de esperar a volta de Cristo é viver uma vida integral de ação de graças.

IV. Vigiar para vida em esperança - I Tessalonicenses 4.13-18
Paulo orienta os Tessalonicenses sobre a volta de Jesus e a ressurreição dos mortos.
Ele afirma (13): “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança”.
            Paulo ensina que Jesus trará do céu, em sua companhia os mortos (14) e estes ressuscitarão primeiro ao toque da trombeta de Deus, e os vivos serão arrebatados nas nuvens (15,16).
            Precisamos vigiar e anunciar esta verdade. Paulo diz (18): “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.
            Nunca poderemos deixar de falar, pregar e anunciar a volta de Jesus, a ressurreição dos mortos e o arrebatamento da Igreja.
A pregação nos levará a vigilância, e aquele que vigia vive em esperança.

Conclusão:
            O discípulo vive integralmente a vida olhando para o autor e consumador da salvação. A esperança pela volta de Jesus traz alegria, contentamento e propósito para viver em santidade. Sabemos que, a qualquer momento, Jesus voltará para nos levar ao céu. Precisamos estar preparados, trabalhando na seara e nos alegrando com a esperança de sua vinda. “Maranata. Ora, vem Senhor Jesus!”



Oração: Pai celestial, concede, ó Senhor, que não andemos ansiosos quanto às coisas terrenas, que são passageiras, mas que amemos as celestiais que permanecem para sempre. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém. 

terça-feira, 24 de outubro de 2017

31º Domingo Comum - Ano A

31º Domingo Comum
Hipocrisia
Ml 1.14-2.2-10 / Sl 131 / I Ts 2.7-13 / Mateus 23.1-12

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O que é hipocrisia? Esta palavra vem de um ator grego (o hipocritus) que usada duas máscaras. Uma triste uma alegre. Quando usava a máscara triste, contava suas histórias e todos choravam. Quando usava a máscara alegre. Contava piadas e todos sorriam. Este ainda é o símbolo do teatro.
Hipócrita significa aquele que usa máscaras. Que não vive a verdade. Vive um disfarce.
Hoje a Palavra de Deus nos exortará a viver sem hipocrisia. Nossa integridade levará vidas a Cristo e glorificará a Deus.

I. A Hipocrisia dos Religiosos - Mateus 23.1-12
Jesus está pregando para as multidões e para seus discípulos sobre a hipocrisia dos religiosos (escribas e fariseus) que falavam da Palavra de Deus e não a praticavam (2,3).
Os religiosos colocavam cargas pesadas sobre os outros, mas eles mesmos não viviam o que exigem (4).
Usavam de práticas e roupas religiosas apenas para serem vistos pelos homens (5) e amavam os serviços religiosos para serem chamados de mestres pelos homens (6,7).
Os discípulos deveriam ser diferentes. Não poderiam buscar títulos humanos e religiosos (8-10): “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos. A ninguém sobre a terra chameis vosso pai (padre); porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus. Nem sereis chamados guias, porque um só é vosso Guia, o Cristo”.
Nosso projeto espiritual é ser servo, viver integralmente o Evangelho e fugir da hipocrisia. Jesus diz (11,12): “Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado”.
Devemos viver tudo aquilo que professamos e pregamos. A coerência precisa ser nossa marca.

II. Hipocrisia e Maldição - Malaquias 1.14-2.1-10
Em Malaquias Deus amaldiçoa o servo enganador. Aquele que promete algo a Deus e oferece outra coisa. Aquele que vive em hipocrisia até mesmo nos dízimos e ofertas (1.14): “Pois maldito seja o enganador, que, tendo um animal sadio no seu rebanho, promete e oferece ao SENHOR um defeituoso”.
Aquele que não honra ao Senhor tem suas bênçãos amaldiçoadas (2.2,3).
Isso aconteceu com os sacerdotes. Deus estabeleceu uma aliança de vida e paz e desejou que fosse amada e cumprida (5,6) assim como a tribo de Levi cumpria no passado, mas os sacerdotes a desobedeceram.  
Eles deveriam ser exemplos e ensinar a lei, contudo se desviaram do caminho (7,8), por isso foram amaldiçoados pelo Senhor (9).
Nossas atitudes garantem bênçãos ou atraem maldições.
Nossa relação com Deus precisa ser de honra e integridade. Não podemos ser discípulos na igreja e mundanos na sociedade. Esta prática gera maldição.

III. A Bênção da Integridade - Salmo 131
Nosso coração precisa ser santo e íntegro. Precisa ser santificado pela graça do Senhor.
Não podemos ser duas pessoas. Nossos atos necessitam andar nos trilhos da coerência da integridade.
O salmista ora (1): “SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim”.
Sua alma estava descansada e sossegada no Senhor (2).
O que cansa a vida e atrapalha a caminhada espiritual é o pecado. Tudo pode ser suportado, até mesmo as maiores perseguições.
Só seremos derrotados quando deixamos o pecado entrar e se instalar em nosso coração e se manifestar em nossas atitudes.

IV. Exemplo de Integridade - I Tessalonicenses 2.7-13
Paulo foi exemplo de líder coerente e íntegro. Ele diz aos tessalonicenses (8): “estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós”.
Foi um homem que trabalhou e sofreu fadiga pela pregação do Evangelho (9). Teve procedimento piedoso, justo e sem hipocrisia (10). A igreja foi testemunha de sua integridade.
Ele também exortou, consolou, admoestou para que a igreja pudesse viver de modo digno (12).
Por isso a igreja recebeu as palavras de Paulo como Palavra de Deus (13).
As pessoas vão receber nossas palavras quando nossa vida falar em primeiro lugar.
Devemos ser exemplo de integridade.

Conclusão:
            A Palavra “integridade” significa inteiro. Precisamos ser pessoas inteiras. Não podemos viver escondendo partes sombrias de nossa vida. Que possamos ser transformados de graça em graça e tremendamente usados pelo Senhor.


Oração: Ó Deus, visto que sem ti não te podemos agradar, misericordioso, permite que teu Santo Espírito dirija e governe os nossos corações; mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.

30º Domingo Comum - Ano A

30º Domingo Comum
Atos de Piedade e Obras de Misericórdia
Ex 22.20-26 / Sl 18.1-6, 25-27 / I Ts 1.5-10 / Mateus 22.34-40

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Deus usa os meios de graça para nos santificar. Os meios de graça são: Atos de piedade e obras de misericórdia. Nosso relacionamento com Deus espelha-se no nosso relacionamento com o próximo. Hoje aprenderemos qual a relação do maior mandamento com os Atos de piedade e Obras de Misericórdia.

I. O maior Mandamento - Mateus 22.34-40
Toda a Bíblia Sagrada está baseada em dois mandamentos: amar a Deus e amar o próximo como a nós mesmos.
Amar a Deus tem a ver com os nossos atos de piedade: culto, louvor, adoração, leitura Bíblica, jejum, santidade no comportamento.
Amar ao próximo está relacionado às nossas obras de misericórdia: evangelização, caridade, socorro e auxílio ao necessitado.
Jesus diz (37-40): “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”.
Só cumprimos a vontade de Deus obedecendo estes dois mandamentos.

II. Vida de devoção e de caridade - Ex 22.20-26
            Ao mesmo tempo em que a lei manda termos um culto exclusivo a Deus (20), manda também termos uma vida de caridade e socorro ao necessitado. Piedade e Misericórdia.
            Não podemos maltratar o forasteiro, a viúva e o órfão (20-22).
            Nossa relação de desprezo ao necessitado gera maldição sobre nossa própria vida. O Senhor diz (23, 24): “Se de algum modo os afligirdes, e eles clamarem a mim, eu lhes ouvirei o clamor; a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos, órfãos”.
            Como discípulos de Cristo, precisamos manter uma vida de devoção a Deus e de auxílio ao próximo com a mesma intensidade, zelo e trabalho. Não existe culto a Deus sem caridade ao próximo.

III. Íntegros no amor a Deus e ao próximo - Salmo 18.1-6, 25-27.
O Salmista ama ao Senhor (1). Sabe que Deus é sua rocha, sua cidadela, seu libertador (2). Ele testemunha que teve um grande livramento (3-6).
Mas sabe também que Deus responde segundo nossas obras (25-27): “Para com o benigno, benigno te mostras; com o íntegro, também íntegro. Com o puro, puro te mostras; com o perverso, inflexível. Porque tu salvas o povo humilde, mas os olhos altivos, tu os abates”.
Nossas atitudes irão influenciar nossa relação com Deus. Por isso precisamos ser íntegros no amor a Deus e ao próximo. Nada passará despercebido aos olhos do Senhor.

IV. Modelos de Atos de Piedade e Obras de Misericórdia - I Tessalonicenses 1.5-10
Os tessalonicenses aprenderam a viver a santidade da Palavra em obras e piedade. Paulo diz que o Evangelho chegou a eles não somente em palavras (5), mas,  sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. Isso fez toda a diferença. Receberam o Evangelho completo.
Em todas as atitudes, a igreja passou a imitar a Paulo e ao Senhor (6), ao ponto de serem modelos para outras igrejas (7,8). Deixaram os ídolos e se converteram ao Deus vivo e verdadeiro (9).
Deus deseja que sejamos modelos para os outros. Modelos de amor ao Senhor e ao próximo. Modelo de conversão na vida de piedade e nas obras de misericórdia.

Conclusão:
            Deus nos salvou para os atos de piedade e para as obras de misericórdia. Este deve ser o nosso selo espiritual. Fomos marcados para servir a Deus na pessoa do próximo. Somente com amor levamos a salvação plena ao mundo. Permaneça na Lei do Amor.

Oração: Concede-nos, Senhor, que confiemos em ti com todo o nosso coração, porque assim como tu resistes aos orgulhosos, que se vangloriam de sua própria força, também nunca abandonas os que exaltam a tua misericórdia; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.







terça-feira, 17 de outubro de 2017

29º Domingo Comum - Ano A


29º Domingo Comum
O Princípio da Honra
Is 45,1,5-6 / Sl 96.1-7 / Its 1.1-5 / Mateus 22.15-21

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Nossa relação com Deus segue o princípio da honra. Honramos a Deus com nossa vida, atitudes e com nossos dízimos e ofertas. Hoje iremos aprender este princípio espiritual e seremos desafiados a manter uma relação de honra com o Senhor.

I. Honrar a César e Honrar a Deus - Mateus 22.15-21
Os fariseus e herodianos (seitas judaicas) sabiam o que era honrar ao homem e ao governo romano. Eles honravam a César. Contudo, desonravam a Deus. Não aceitaram a palavra de Jesus e, com hipocrisia, desejavam enganá-lo. Por isso o Senhor diz (21): “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
Muitas vezes cumprimos os nossos compromissos com as coisas do mundo, mas não honramos a Deus. É mais fácil ir a uma festa do que ir a igreja. É mais fácil pagar uma conta do que entregar o dízimo e a oferta. É mais fácil ser pontual no trabalho do que pontual no início do culto. Atrasamos ao culto, mas não atrasamos ao trabalho. Honramos a César e desonramos a Deus.
Precisamos ser fiéis nas coisas seculares para não blasfemar o nome do Senhor, mas também devemos ser fiéis nos votos que fizemos ao Senhor. A fidelidade abre portas. Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.


II. Honrar a Deus e descansar - Isaías 45,1,5-6
O Rei Ciro II, o grande (600 a.C. a 530 d.C.) foi o rei da Pérsia que derrotou a Babilônia e trabalhou para o retorno dos judeus à Jerusalém.
O profeta Isaías, muitos anos antes, profetizou o seu nome, seu poder e seu auxílio ao povo judeu.
Deus daria a Ciro poder (2), riquezas (3) e uma missão específica. O Senhor diz (4,5): “Por amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o sobrenome, ainda que não me conheces. Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheces”.
Ciro II, o grande, deveria honrar a Deus mesmo não sendo servo. “Para que se saiba, até ao nascente do sol e até ao poente, que além de mim não há outro; eu sou o SENHOR, e não há outro” (6).
Precisamos aprender a honrar a Deus e descansar. Ele usa quem Ele quer para nos abençoar e para fazer suas promessas se realizarem em nossa vida. Precisamos apenas crer, confiar, honrar e descansar.


III. Honrar e Tributar ao Senhor - Salmo 96.1-3,7
Pagamos tributos e impostos aos homens. Mas devemos, com perseverança, tributar ao Senhor.
Com qual tributo iremos honrar ao Senhor?
O Salmo 96 nos ajuda a viver esta dimensão de honra a Deus.
Devemos cantar ao Senhor em todas as terras (1), bendizer seu nome e proclamar a sua salvação (2). Anunciar a sua glória e as suas maravilhas entre as nações (3).
Deus é maravilhoso e somos convidados a tributar a glória e a força ao Seu nome (7): “Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força”.
Como tributar glória e força? Vivendo os valores do Evangelho, glorificando a Deus com nossa boca, e entregando o dizimo e as ofertas que são frutos das nossas forças.


IV. Salvos para Honrar a Deus - I Tessalonicenses 1.1-5
Paulo inicia sua carta aos Tessalonicenses afirmando que esta igreja honrava ao Senhor. Ele diz (2): “Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar”.
A igreja tinha uma fé operosa, era abnegada em amor e firme na esperança em Cristo (3). Era uma igreja reconhecidamente eleita pela graça (4).
O Evangelho havia chegado aos Tessalonicenses não apenas com palavra, mas com poder no Espírito Santo e em plena convicção (5). O poder de Deus foi tão evidente que as vidas foram transformadas e viviam para honrar ao Senhor.
Quando somos alcançados verdadeiramente pela graça, nossa vida e atitude serão para honrar a Deus e fazer sua vontade.  Fomos salvos para honrar ao Senhor.

Conclusão:
Muitos são chamados cristãos, mas desonram a Deus com suas atitudes e palavras. Desonram falando palavrões, roubando o dízimo, desprezando as coisas de Deus, se atrasando nos trabalhos do Senhor. Quantas vezes somos fiéis e pontuais no trabalho secular e na escola, mas chegamos atrasados a igreja? Honramos mais a César do que a Deus.
Que possamos mudar toda a nossa vida. Que venhamos a nos reprogramar para vivemos no princípio da honra.

Oração 
Senhor de todo o poder e majestade, autor e dispensador de todo o bem; enxerta em nossos corações o amor do teu nome; aumenta em nós a verdadeira fé, nutre-nos com toda a bondade e frutifica em nós as boas obras; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.



terça-feira, 10 de outubro de 2017

28º Domingo Comum - Ano A

28º Domingo Comum
Juízo e Esperança
Is 25.6-10 / Sl 23 / Fl 4.12-20 / Mateus 22.1-14

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O Senhor Jesus voltará para buscar a Igreja e para exercer seu juízo sobre o mundo. A nossa salvação precisa nos levar à santidade. Com santidade passaremos pelo juízo de Deus e entraremos na vida eterna. Somos salvos pela graça para viver vida nova de santidade, justiça e amor. Como servos, temos certeza que encontraremos com o Pastor Jesus no dia do juízo. Hoje desejamos viver a mordomia cristã ofertando e dizimando para que o Reino de Deus cresça e alcance muitas vidas. A Palavra nos ensinará sobre o Juízo de Deus e a nossa esperança.

I. A Santidade exigida no Juízo - Mateus 22.1-14
Jesus conta uma parábola do rei que realizaria as bodas de seu filho e os convidados recusam estar presente na festa. Uns dizem que não desejam ir. Outros, tem afazeres mais importantes e outros ainda maltratam e matam os servos do rei que levavam os convites (1-6). Por isso o rei envia suas tropas e extermina os assassinos e lhes incendeia a cidade (7). Estes convidados são os judeus que não aceitaram Jesus como Senhor e Salvador e tiveram a cidade de Jerusalém destruída no ano 70 dC.
            Como os principais convidados não aceitaram, o rei convidou a todos, maus e bons, que encontrou pelo caminho (8-10). Estes são os gentios que foram evangelizados de todas as nações.
            Quando o rei foi ver os convidados, percebeu um sem a veste nupcial. Este foi expulso da festa e lançado nas trevas (11-13). Isso significa que a graça de Deus que nos convida, também exigirá nossa santidade. Fomos salvos pela graça para andar em santidade (com vestes nupcias). Fomos salvos pela graça, mas ninguém será salvo sem santidade.  
            Jesus conclui (14):”Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos”. O Senhor só escolherá os santificados para as Bodas de Seu Filho Jesus com a Igreja.

II. A Separação dos Salvos e dos Perdidos no Juízo - Isaías 25.6-10
Isaías fala do juízo de Deus como um dia de banquete (6) assim como a parábola do Senhor Jesus em Mateus 22.
O profeta afirma que no Monte Sião o Senhor julgará todas as nações revelando seus pecados (7).
Para seus filhos e filhas, Ele destruirá a morte, tirará as lágrimas de todos os que choram e removerá a desonra (8).
            Naquele dia o povo de Deus dirá (9): “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos”.
            Contudo, os pecadores serão julgados e condenados (10).
            Haverá uma separação dos salvos e dos perdidos. O juízo de Deus é perfeito e justo. Por isso precisamos continuar a andar na santidade, no amor e na prática da justiça.

III. O Encontro com o Pastor no dia do Juízo - Salmo 23
            Os servos do Senhor, no dia final, terão a graça de ver Jesus como pastor e não como juiz. No dia do Juízo encontrarão com o Pastor Jesus.
            São as ovelhas que habitarão na glória, repousarão em pastos verdejantes e em águas tranquilas.
            Não haverá medo do juízo e do vale da sombra da morte.
            O salvo sabe que a bondade e misericórdia o seguirão todos os dias da sua vida e tem certeza que, em Cristo, habitará na Casa do SENHOR para todo o sempre.

IV. Vivendo e ofertando olhando para o dia do Juízo - Filipenses 4.12-20
Olhando para a vida eterna (para o dia do juízo), o discípulo consegue passar por qualquer situação.
Paulo diz aos filipenses (12,13): “Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece”.
            Contemplando a obra de Deus e a volta do Senhor que julgará todas as coisas, a Igreja dos filipenses investiu financeiramente em Paulo através de ofertas.
Paulo agradece o investimento missionário que a igreja fez em sua vida e diz que a oferta abençoará os próprios filipenses (17), pois chegou a suas mãos como “aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus” (18).
            Por isso o apóstolo profetiza a prosperidade sobre a vida dos irmãos (19): “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades”.
            Ofertar (e dizimar) é fruto da nossa fé no Senhor que voltará; e resulta em bênçãos em nossas próprias vidas. Ofertamos e dizimamos pela aliança que temos com o Senhor na igreja local.

Conclusão:
            Vivemos na esperança da vida eterna. Tudo no mundo é passageiro. O pecado tem deteriorado a sociedade e as famílias, e nós continuamos a apontar para a volta de Jesus. Na esperança do Juízo vindouro temos a alegria e a força para vivermos no presente de forma santa e agradável a Deus.

Oração
Ó Misericordioso Deus, concede que a tua Igreja, unida pelo Espírito Santo, manifeste o teu poder entre todos os povos, para a glória do teu nome. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.



terça-feira, 3 de outubro de 2017

27º Domingo Comum - Ano A

27º Domingo Comum
Oportunidade Divina
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Is 5.1-7 / Sl 80 / Fl 4.6-9 / Mateus 21.33-43

Somos do Senhor. Sua graça exerce tudo que necessitamos para sermos felizes e frutíferos. Contudo, não podemos perder as oportunidades de Deus. Ele trabalha em nossa vida e espera nossa resposta em amor e santidade. Não podemos jogar fora as oportunidades. A Palavra de Deus hoje nos ensinará a viver dentro da expectativa de Deus e sermos abençoados.  

I. Os Lavradores que perderam a oportunidade - Mateus 21.33-43
A parábola de Jesus dirigida aos religiosos judeus, diz que um homem plantou uma vinha e construiu tudo que a vinha necessitava. Depois arrendou a uns lavradores e saiu do país (33) (os lavradores são o povo de Israel).
No tempo da colheita enviou seus servos para receber a parte dos frutos do arrendamento (34). Contudo, os lavradores malvados maltrataram a todos os servos enviados (35,36) (os servos são os profetas).
 Por último, enviou seu próprio filho pensando que seria respeitado. Mas os lavradores o mataram fora da vinha para ficar com a herança (37-39) (o filho morto fora da vinha é Jesus que seria crucificado fora dos muros de Jerusalém).
Jesus termina a parábola perguntando (40): “Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores”? Os religiosos judeus respondem (41): “Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos.”  
O Senhor conclui citando o Salmo 118.22 (leia este texto).
Os religiosos judeus estariam jogando fora a grande oportunidade de receber o Messias (a principal pedra da construção), por isso Jesus disse (43): “o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo (os gentios) que lhe produza os respectivos frutos”.
Aqueles homens perderam a oportunidade de receber o Messias Jesus e serem salvos por Ele.
Assim também, Deus está sempre nos dando oportunidades. A porta da graça permanece aberta. Contudo, um dia será fechada pelo próprio Senhor.

II. A Vinha que perdeu a oportunidade - Isaías 5.1-7
Isaías, assim como Jesus, trabalha uma parábola sobre a vinha.
Ele diz que o amado teve uma vinha em uma terra fértil. Preparou a terra, as plantas foram escolhidas e o local equipado. Contudo, não nasceram uvas boas, e sim uvas bravas (1,2).
            Deus então manda o povo de Jerusalém julgar entre Ele e a vinha brava. Ele pergunta (4): “Que mais se podia fazer ainda à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas, veio a produzir uvas bravas (ruins, amargas, sem qualidade)”?
            O Senhor informa que destruirá a vinha e a transformará em pasto e deserto. Haverá espinhos e a terra não será regada pela chuva (5,6).
            A vinha é a casa de Israel e Jerusalém (7). Infelizmente não aproveitaram a oportunidade de Deus e no ano 588a.C a cidade de Jerusalém foi completamente destruída pelo exercido Caldeu. Os muros foram derrubados e a cidade virou um deserto.
            Deus fará de tudo para nós salvar. Jesus morreu na cruz para nos resgatar. Contudo, podemos fazer a escolha de aceitar ou rejeitar a oportunidade de Deus em nossa vida.

III. Oração por nova oportunidade - Salmo 80
O salmista constata que o povo havia perdido a oportunidade de Deus e ora por salvação e restauração (7). “Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos”.
Ele tinha certeza de que Deus estava indignado com o povo.
O Senhor havia exercitado o juízo sobre sua vinha como havia prometido (8-13) e agora só existia uma saída: clamar a Deus por uma nova oportunidade.
O salmista ora (14-19): “Ó Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha; protege o que a tua mão direita plantou, o sarmento que para ti fortaleceste. Está queimada, está decepada... Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti. E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome. Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos”.
Precisamos confiar na misericórdia de Deus, examinar nossa vida e aproveitar as novas oportunidades. Só Ele pode nos salvar e nos restaurar.

IV. Como viver a nova oportunidade dada por Deus - Filipenses 4.6-9
            Uma vez que nos voltamos para Deus e aceitamos Sua nova oportunidade, precisaremos reaprender a caminhar na graça.
            Paulo nos dá os seguintes ensinamentos: não devemos andar ansiosos, mas colocar tudo em oração com ação de graças (6). Desta forma receberemos a paz de Deus que guardará o nosso coração e mente (7).
Devemos também aprender a condicionar nossa mente para as coisas que edificam. Paulo diz (8): “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.
Somos a vinha do Senhor e precisamos viver a oportunidade que Deus está nos dando para crescer, multiplicar e dar muitos frutos para a sua Glória.

Conclusão:
            Aprendemos na Parábola do Senhor que os lavradores receberam tudo pronto e perfeito, mas não aproveitaram a bênção recebida e não corresponderam ao combinado. Também com o profeta Isaías vimos que a vinha recebeu a melhor terra e os maiores cuidados, mas não deu bons frutos. O salmista clama por uma nova oportunidade e Paulo nos ensina a viver esta nova graça de Deus em nossa vida. Devemos aprender com o povo de Israel, clamar por restauração e viver dentro da expectativa de Deus. Somente Nele seremos felizes.

Oração
Deus Onipotente, que deste teu único Filho não só em sacrifício pelo pecado, mas também para exemplo de santidade, dá-nos a graça de sempre receber com gratidão os frutos de sua obra redentora e de seguir diariamente os bem-aventurados passos de sua santíssima vida. Mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.