segunda-feira, 20 de abril de 2026

Evangelho do 4º Domingo da Páscoa - O Bom Pastor - João 10.1-10

 


4º Domingo da Páscoa

O Bom Pastor

João 10.1-10

 

 

Como definir um Bom Pastor?

Ovelha escuta somente a voz do seu pastor Jesus. Você já é ovelha ou ainda tem escutado e seguido outras vozes?

 

4º Domingo da Páscoa – Ano A: No 4º Domingo da Páscoa Celebramos o Senhor Jesus como o Pastor de nossa vida. Ele é o nosso pastor divino que nos leva a pastos verdejantes. Ele cuida e zela pela nossa salvação. Temos um Pastor amado que nunca nos abandona.

 

 

 

I. O que o Evangelho diz?

O Evangelho de João 10 é conhecido como o Evangelho do Bom Pastor. O Senhor Jesus usa esta parábola para se referir ao seu ministério em nossa vida.

Na parábola, o Ladrão não entra pela porta do aprisco das ovelhas. Ele pula a cerca para roubar. Seu interesse é apenas levar as ovelhas (1).

Esta é a figura dos falsos profetas e até mesmo do diabo que vem para roubar, matar e destruir (10).  

O Pastor das ovelhas entra pela porta (2), o porteiro abre, “as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora” (3). Ele tem intimidade com as ovelhas.

Nos apriscos antigos existiam ovelhas juntas de vários pastores diferentes. Mas o pastor faz “sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz”. Só seguem a ovelha que lhe pertence. As outras não seguem por não reconhecerem sua voz. Jamais uma ovelha segue a voz de estranhos (5).

Infelizmente os apóstolos não compreenderam o sentido da parábola (6), por isso o Senhor lhes propôs outra parábola. Ele disse (7-8): “Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido”.

Ele é a porta para a entrada do aprisco e para a saída, para as pastagens abençoadas (9).  

Diferente do ladrão que vem (10) “somente para roubar, matar e destruir”; Jesus veio para nos dá “vida e vida em abundância”. 

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O Senhor Jesus é o nosso Bom Pastor que nos livra do ladrão.

·         Existem muitos falsos profetas que são ladrões de ovelhas. Seu interesse é fazer as pessoas trocarem de igrejas e se enfraquecer na fé.

·         Quem é ovelha, ouve a voz do seu pastor. Seguimos Jesus porque conhecemos sua voz e sua vontade para a nossa vida.

·         Precisamos ter intimidade com o Pastor Jesus.

·         Ovelha de Jesus não segue a voz de estranhos.

·         Assim como os apóstolos, muitas vezes não compreendemos a Palavra do Senhor, precisamos do dom do discernimento.

·         Jesus é a porta aberta para ovelhas. Quem passa por Jesus encontra segurança e alimento.

·         Preciso entender que existe o ladrão que vem somente para roubar, matar e destruir.

·         Preciso viver esta vida em abundância em todas as áreas de minha vida.

·         Qual área da minha vida ainda não vive a vida em abundância?

·         O Evangelho me diz que devo crescer em meu relacionamento e compreensão do Senhor Jesus, o Bom Pastor.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

Senhor. Obrigado pelo Bom Pastor Jesus Cristo. Que eu seja uma ovelha fiel que conhece a voz do pastor e obedeça. Muito obrigado pelos meus líderes, que, abaixo do Bom pastor, tem zelado e pastoreado nossas vidas. Que possamos seguir o Modelo do Bom pastor em tudo. Graças te damos pela porta que um dia passamos e encontramos segurança e sustento. Fica conosco Bom Pastor. Por Jesus Cristo, teu Filho, na unidade do Espírito Santo, um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Desejo ser ovelha fiel que só escuta a voz do Bom Pastor”.

 

Versículo para guardar no coração: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

 

 

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Evangelho do 3º Domingo da Páscoa - Os Caminhantes de Emaús - Lucas 24.13-35

 



3º Domingo da Páscoa

Os Caminhantes de Emaús

Lucas 24.13-35

Você já teve uma experiência com o Senhor? Quando foi?

Por que Jesus foi atrás dos discípulos no Caminho de Emaús?

 

3º Domingo da Páscoa – Ano A: A Celebração deste domingo nos leva ao caminho de Emaús onde o Senhor ministra a Palavra e parte o pão. Na ministração da Palavra os corações são aquecidos e no partir do Pão os olhos são abertos. Jesus caminha conosco e nos transforma pela Palavra e pela Ceia. Ele está presente no meio de nós.

 

I. O que o Evangelho diz?

O lindo Evangelho do Caminho de Emaús nos recorda o domingo da ressurreição à tarde, quando o Senhor ressuscitado vai buscar dois discípulos que deixaram Jerusalém entristecidos pela sua morte.

Emaús era uma pequena aldeia que ficava a 10 quilômetros de distância de Jerusalém. Provavelmente era a moradia desses discípulos.

Eles iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas (14). 

O Senhor Jesus aparece e caminha com eles (15), mas os seus olhos estavam como que impedidos de o reconhecer (16).

Ele pergunta o motivo da preocupação e da tristeza. Dá oportunidade de expressarem seus sofrimentos (17).

Eles por sua vez, revelam três motivos para a tristeza: Estavam tristes pelo sofrimento do Senhor (19,21); pela frustração de acreditarem que Ele iria redimir Israel e acabou morrendo (21) e pela incredulidade de não acreditarem no testemunho das mulheres e dos discípulos que encontraram o túmulo vazio (22-24). 

O Senhor repreende a incredulidade e explica as Escrituras (25-27) demonstrando que a Palavra falava do sofrimento do Messias e de sua ressurreição.

Quando se aproximavam da aldeia para onde iam, fez Jesus menção de passar adiante. Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina (28-29).

O Senhor fica com eles, e quando estão à mesa, “toma o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram” (30-31). Logo após desaparece.

Eles então testificam do coração ardendo ao ouvirem a exposição da Palavra e voltam à  Jerusalém para testemunhar aos apóstolos que foi no partir do pão que o reconheceram (32-35).

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que você destaca no Evangelho da Ressurreição do Senhor?

·         O Senhor permite que eu fale de minhas dores. Tenho colocado diante de Deus todas as minhas angústias? Qual tem sido o meu tempo de oração?

·         Os meus sofrimentos são baseados em grande parte em minha incredulidade. Preciso aprender a descansar no Senhor, confiar e esperar Nele.

·         Desejo ouvir suas exortações e repreensões para que possa amadurecer também na exortação do Senhor.

·         Preciso meditar na Palavra para que a mesma possa aquecer meu coração e transformar minha vida.

·         Preciso valorizar a Santa Ceia, pois através deste memorial e sacramento eu tenho os meus olhos abertos para enxergar a ressurreição do Senhor e sua presença em minha vida.

·         Quero testemunhar, assim como os caminhantes de Emaús, de que a minha vida foi transformada pela presença do Senhor que está vivo.

·         O Evangelho me desafia a ter uma experiência com o Senhor e testemunhar desta experiência a todos. Jesus está vivo. Aleluia.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

Senhor. Auxilia-me em minha incredulidade. Desejo, na pregação de sua Palavra e na participação da Ceia do Senhor, ter meu coração aquecido e meus olhos abertos. Que eu possa caminhar me alimentando na Mesa da Palavra e da Mesa da Ceia do Senhor. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina com o Pai e com o Espírito Santo, um só Deus agora e sempre. Amém!

 

Frase da Semana: “Jesus caminha comigo e me ajuda a viver pela fé”.

 

Versículo para guardar no coração: “Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras”?  (Lucas 24.32). 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Evangelho do 2º Domingo da Páscoa - O Jesus Misericordioso - João 20.19-31


                                                          2º Domingo da Páscoa

O Jesus Misericordioso

João 20.19-31

 

O que significa a Palavra Misericórdia?  

Porque a pessoa que crê é mais bem-aventurada do que a pessoa que vê?

 

2º Domingo da Páscoa: Celebramos no 2º Domingo da Páscoa a aparição do Senhor aos apóstolos onde ministra as bênçãos da ressurreição. Mas também recordamos que foi neste domingo que Ele aparece novamente para ministrar sobre a vida de Tomé que não estava presente na primeira aparição. Louvados o Cristo Misericordioso que não desiste de ninguém.

 

I. O que o Evangelho diz?

O Evangelho relata que todos os discípulos estavam trancados em uma casa com medo dos judeus. Criam que seriam mortos como foi Jesus (19).

É neste contexto que o Senhor aparece e ministra a paz (21) na tarde do Domingo da Ressurreição. Esta paz é a palavra Shalon que significa a paz de Deus mesmo em meio ao conflito e a guerra. Jesus ministrou a paz e mostrou as mãos e o lado perfurados. Isso trouxe alegria (20).

Ele ministra a paz novamente e os envia para a missão (21): “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”.

Para capacitá-los para a Missão, o Senhor sopra o Espírito Santo (22). É uma preparação e segurança até o dia de Pentecostes (Atos 2.1-5).

Nesta missão os discípulos recebem também o poder para perdoar pecados (23).

Contudo, foram muitas bênçãos ministradas e Tomé perdeu todas (24): “Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus”.

Por isso que Tomé não creu no testemunho dos apóstolos. Estava vazio. Ele disse (25): “Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei”.

Contudo, o Senhor Misericordioso apareceu aos discípulos no segundo domingo da Páscoa especialmente por causa de Tomé (26).

O v.27 relata: “E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente”.

Tomé responde com admiração e arrependimento (28): “Senhor meu e Deus meu”!

Jesus então deixa uma palavra de graça aos que nunca irão vê-lo fisicamente aqui na terra (29): “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”.

O Evangelho termina informando que todas as histórias foram registradas para que “creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (31).

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que você destaca no Evangelho da Ressurreição do Senhor?

·         Preciso tomar posse da paz, da alegria, da comissão, do Espírito Santo e do poder para perdoar pecados.

·         Comente a frase: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”.

·         Já recebi o sopro do Espírito Santo em minha vida?

·         Já exercito a bênção de perdoar pecados, ou ainda conservo mágoas no coração?

·         Tenho sido incrédulo como Tomé ou já sou um bem-aventurado que crê mesmo sem vê?

·         O Evangelho me desafia a cumprir a missão com fé e perseverança. Já recebi tudo que necessito para avançar na missão do Senhor.

 

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

Senhor.  Muito obrigado pela misericórdia de Jesus em nossa vida. Desejo a Tua paz, a Tua alegria, a Tua Missão para minha vida, o Teu sopro do Espírito Santo e o Teu dom de perdoar pecados. Que eu seja o bem-aventurado que crê mesmo sem vê. Que minha vida seja de fé para que eu possa fazer Tua vontade e auxiliar o meu próximo. Por Cristo Jesus ressuscitado, na unidade com o Pai e com o Espírito Santo, um único Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Vou viver no sopro do Espírito Santo, crendo e fazendo a vontade de Deus”.

 

Versículo para guardar no coração:Bem-aventurados os que não viram e creram”. (João 20.29). 

Evangelho da Páscoa do Senhor - O Túmulo está vazio! Aleluia! - João 20.1-9

 


Páscoa do Senhor

O Túmulo está vazio! Aleluia!

João 20.1-9

 

O que é Páscoa para você?

Como seria a nossa fé se o Senhor não tivesse ressuscitado?

 

Ressurreição do Senhor: A Ressurreição do Senhor é o centro da vida das Células da Igreja. É a nossa vitória sobre a morte, nossa certeza de vida eterna e nosso retorno ao céu com o corpo ressuscitado. A esperança da ressurreição tem o poder de transformar qualquer dor e destruir qualquer cativeiro. Aleluia! Jesus ressuscitou! Ele ressuscitou realmente!

 

I. O que o Evangelho diz?

O Evangelho nos diz que no Domingo (primeiro dia da semana) Maria Madalena vai ao sepulcro de madrugada. Era escuro e percebeu que a pedra estava removida. Lembra que a pedra era pesada e que havia anteriormente guardas vigiando o túmulo. Contudo, o local estava vazio, inclusive o túmulo do Senhor (1).

Ela corre ao local onde estava Pedro e o outro discípulo a quem Jesus amava (provavelmente João). Seu testemunho de tristeza, pavor e medo é (2): “Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram”.

Em nenhum momento menciona a palavra que o Senhor sempre mencionava: a ressurreição. Acreditava que o corpo havia sido roubado.

Pedro e João, que estavam hospedados em Jerusalém, vão ao sepulcro que ficava próximo (3). Inclusive foram correndo.

João era mais novo e chegou primeiro (4). Ele abaixou e viu os lençóis de linho que cobriam o corpo, contudo não entrou. Não entrou por ser mais novo e ter respeito a Pedro ou por medo (5). 

Pedro chega depois e entra direto. “Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte”. A cena remete ao corpo de Jesus se levantando e depois retirando o lenço do rosto e colocando em outra parte (7).

João entra, vê o túmulo vazio e crê (8). No que ele crê? Provavelmente na ressurreição do Senhor.  

O texto diz que até aquele momento (9) “ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar Ele dentre os mortos”.

Todos os apóstolos e as mulheres tiveram dificuldade de compreender as Escrituras a este respeito, ainda que cressem em Jesus.  

A narrativa termina dizendo que simplesmente (10) “voltaram os discípulos outra vez para casa”.

Maria permaneceu chorando junto ao túmulo e encontra com o Senhor ressuscitado (11-18) Na parte da tarde o Senhor aparece aos apóstolos que estavam trancados em uma casa (19-23). .

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que você destaca no Evangelho da Ressurreição do Senhor?

·         Como tenho vivido a Páscoa? Celebrando a ressurreição e confiante no Cristo presente?

·         Tenho tido a coragem de Pedro ou o medo de João? Entro para encontrar com a ressurreição ou fico do lado de fora?

·         Já compreendo as Escrituras ou ainda vivo no medo e na incredulidade?

·         Permaneço fiel ao Senhor mesmo nas dificuldades como Maria Madalena, ou tenho me esfriado na fé?

·         O Evangelho me desafia a ser testemunha do Cristo vivo em cada área da minha vida.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

Senhor. Muito obrigado pela Ressurreição de Jesus. Que possamos viver a graça da ressurreição em cada aspecto de nossa vida. Que possamos ser testemunhas do Cristo vivo. Que nossa vida seja a confirmação de que o Senhor está atuando e transformando corações e caráter. Por Cristo Jesus ressuscitado, na unidade com o Pai e com o Espírito Santo, um único Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Vou viver a ressurreição do Senhor em cada área da minha vida”.

 

Versículo para guardar no coração:Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu”. (João 20.8). 

quarta-feira, 25 de março de 2026

Evangelho do Domingo de Ramos e da Paixão - A Semana Santa com Jesus - Mateus 26.14-75 e Mateus 27.1-66

 



Domingo de Ramos e da Paixão

A Semana Santa com Jesus

Mateus 26.14-75 e Mateus 27.1-66


 

O que é a Semana Santa para o mundo?

Como devemos viver a Semana Santa?

 

Domingo de Ramos e da Paixão: No Domingo de Ramos inicia a Semana Santa do Senhor. Entramos com Jesus em Jerusalém e contemplamos Seu sofrimento e morte na cruz para nos salvar. É um tempo de meditação, retiro espiritual, oração e gratidão. A caminhada quaresmal nos preparou para este tempo de reflexão.  Devemos viver a Semana Santa em profunda meditação.   

 

I. O que o Evangelho diz?

A Semana Santa tem início com o Domingo de Ramos quando o Senhor Jesus entra em Jerusalém e se prepara para sua paixão e morte.

            O longo trecho do Evangelho de hoje nos leva a contemplar os acontecimentos da quarta-feira santa, quinta-feira santa e sexta-feira santa, em ordem cronológica.

 

Quarta-feira Santa: 

Na quarta-feira Judas oferece trair Jesus por qualquer preço, e os principais sacerdotes lhe pagam trinta moedas de prata, equivalente ao preço de um escravo ruim (Mt 26.14-16).

 

Quinta-feira Santa:

            Na quinta-feira, os discípulos preparam a Páscoa Judaica na casa de um homem escolhido por Deus (17-19).

            Durante a refeição pascal o Senhor afirma que seria traído por um dos doze discípulos. Judas pergunta: “Acaso, sou eu, Mestre”? Jesus lhe responde: “Tu o disseste” (20-25)

            Após a Ceia Pascal o Senhor pega um pão e um cálice de vinho que estavam sobre a mesa, e inaugura o sacramento da Ceia do Senhor, a eucaristia (comunhão). Afirma que beberia novamente no reino do Pai. Logo após cantam um hino e vão para o monte das Oliveiras para um jardim chamado Getsêmani (nome que significa prensa para espremer azeitonas). (26-30).

            No caminho o Senhor avisa que todos os discípulos ficariam escandalizados e o abandonaria, e que Pedro o negaria três vezes (31-35).

            Chegando ao jardim do Getsêmani, Jesus leva Pedro, Tiago e João para um canto a parte, fica angustiado e ora ao Pai três vezes: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”. Por três vezes também teve que acordar os discípulos que não conseguiram vigiar em oração por causa da tristeza (36-46).

            Neste momento, o traidor chegou com os soldados do templo, com espadas e porretes, e com um beijo, indicou quem era Jesus. No momento do beijo o Senhor chama Judas de amigo. Um discípulo saca da espada e corta a orelha de um soldado. Jesus o repreende e diz que poderia pedir anjos que viriam ao seu socorro. Após a prisão do Senhor, os discípulos fugiram de medo (47-56).

            Jesus é levado sozinho para a casa do sumo sacerdote Caifás onde estavam reunidos os escribas e anciãos de Israel, o Sinédrio. Sinédrio era um grupo formado por 70 homens escolhidos para julgar as causas relativas a religião judaica.  Quando o Senhor afirmou que desde àquela hora, veriam o “Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu” o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e o acusou de blasfêmia dizendo: “É réu de morte”. Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam (57-68). Pedro estava no pátio da casa de Caifás e ali negou Jesus três vezes e o galo cantou (69-75).

 

Sexta-feira Santa:

            Na sexta-feira pela manhã, o Sinédrio decide matar Jesus, o amarram, e o entregam ao governador Pilatos (27.1,2).

Judas, vendo que Jesus fora condenado, abatido pelo remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos e retirou-se para se enforcar (3-10).

No tribunal, Jesus perante Pilatos, não respondeu a nenhuma pergunta. O governador ficou admirado com o silêncio do Senhor, apresentou Barrabás e perguntou ao povo: “Quem vocês querem que seja solto”? O povo, persuadido pelos sacerdotes, gritou: “Solte Barrabás e crucifique a Jesus”. A mulher de Pilatos, que estava no tribunal, o advertiu a não se envolver com o justo Jesus, pois teve um sonho naquela noite e sofreu sobre esta situação. Pilatos então, lava as mãos e entrega Jesus para ser crucificado a pedido dos sacerdotes e do povo (11-26).

Os soldados recebem Jesus e, sem propósito, aumentam o sofrimento do Senhor. Retiram sua roupa e lhe colocam um manto escarlate. Tecem uma coroa de espinhos, e a colocam na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarnecem, dizendo: “Salve, rei dos judeus”! E, cuspindo nele, tomam o caniço e deram-lhe com ele na cabeça. Depois de o terem escarnecido e maltratado, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado. (27-31).

            No caminho para o calvário, encontram Simão, um cirineu, e o obrigam a carregar a cruz (32).

            No calvário, o crucificam, lhe dão vinho com fel, repartem suas vestes, colocam uma placa com a acusação “Rei dos Judeus”. Jesus é crucificado no meio de dois ladrões. É blasfemado pelos transeuntes, pelos sacerdotes, escribas, anciãos e pelos próprios ladrões (33-44).

            Das 12 horas até às 15 horas houve trevas sobre a terra. Às 15 horas o Senhor cita o inicio do Salmo 22: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”? Os soldados lhe dão vinagre para beber. Jesus clama em alta voz e morre.

Neste momento o véu do templo é rasgado e muitos corpos de santos ressuscitam. O centurião e os soldados reconhecem que Jesus era realmente o Filho de Deus. As mulheres discípulas permaneceram observando de longe, mas os discípulos haviam fugido de medo. O Evangelho de João diz que somente o apóstolo João ficou com Maria, a mãe do Senhor, junto à cruz (45-56).

            O Senhor é sepultado no túmulo novo de José, um homem rico de Arimateia e Maria Madalena e a outra Maria ficam sentadas em frente à sepultura (57-61).

            Os sacerdotes pedem a Pilatos uma guarda especial para o sepulcro, pois tinham medo que os discípulos roubassem o corpo do Senhor e depois inventassem que ele havia ressuscitado. Pilatos dá uma escolta de soldados para ficar guardando o túmulo até o terceiro dia. A pedra do túmulo é selada e os guardas ficam guardando o túmulo do Senhor (63-66).  Assim termina a Sexta-feira Santa.

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que você destaca no Evangelho da Paixão do Senhor?

·         O Evangelho narra a história da nossa salvação. Fomos comprados por um preço de sangue. Hoje devemos viver em santidade, fazendo a vontade de Deus e compartilhando nossa fé na morte e ressurreição do Senhor.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Não sabemos como agradecer ao teu grande amor nos ter enviado o Senhor Jesus para nos salvar na cruz do calvário. Que possamos viver este tempo refletindo sobre sua paixão, e agindo de tal maneira que nossas atitudes sejam de reconhecimento e gratidão por tudo que o Senhor fez e sofreu para nos dar a vida eterna. Por Cristo Jesus, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Vou crer e anunciar a morte do Senhor pela nossa salvação”.

 

Versículo para guardar no coração: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”. (Mateus 26.39). 

terça-feira, 17 de março de 2026

Evangelho do 5º Domingo da Quaresma - A Ressurreição de Lázaro - João 11.1-45.

 


5º Domingo da Quaresma

A Ressurreição de Lázaro

João 11.1-45

 

Você já teve que esperar alguém por muito tempo? Conte seu testemunho.

É ruim esperar?

É ruim esperar em Deus? Deus demora?

 

5º Domingo da Quaresma: O quinto domingo da Quaresma – Ano A -  antecipa a Ressurreição do Senhor com a história da ressurreição de Lázaro. Por causa desse milagre que domingo que vem comemoraremos o Domingo de Ramos. As pessoas foram encontrar com o homem que havia ressuscitado um morto.  O tema desse domingo nos diz que apesar de todo sofrimento, a última palavra é a ressurreição.  Jesus permite o sofrimento e a morte para manifestar a glória de Deus em nossas vidas.  

 

I. O que o Evangelho diz?

Em João 11 está o relato da ressurreição de Lázaro. A Bíblia diz que Lázaro, irmão de Marta e Maria, estava enfermo no povoado de Betânia (1).

Apesar de Jesus amar aquela família de uma forma especial, quando soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava.

            O projeto do Senhor Jesus era que Lázaro morresse para que pudesse manifestar a glória da ressurreição. O Senhor diz aos seus discípulos (14,15): “Lázaro morreu; e por vossa causa me alegro de que lá não estivesse, para que possais crer”.

            Quando chegou a aldeia de Betânia, Lázaro já havia morrido quatro dias. Marta vai ao encontro de Jesus e lhe diz (21,22): “Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão. Mas também sei que, mesmo agora, tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá”.

Jesus a conforta dizendo (23): “Teu irmão há de ressurgir”. E ela responde (24): “Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia”.

            Jesus então declara (25): “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto”?

            Marta então declara sua fé em Jesus como o Cristo de Deus (27) e vai chamar Maria. Quando Maria chega ao lugar onde estava Jesus, diz (32): “Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido”.

O Senhor fica comovido com a angústia de Maria (33) e quando vê a sepultura, chora (35).

Os judeus então dizem (36): “Vede quanto o amava”. Outros diziam (37): “Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer que este não morresse”?

            Quando Jesus dá ordem para retirar a pedra, Marta diz que já cheirava mal porque já estava sepultado há quatro dias. Então Jesus declara (42): “Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus”?

            Após orar, Ele ministra ao morto (43): “Lázaro, vem para fora”!    Lázaro voltou à vida. Jesus então ordena (44): “Desatai-o e deixai-o ir”.

            Por causa desse milagre, muitos que tinham vindo visitar Maria, vendo o milagre, voltaram crendo em Jesus.

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Mesmo sabendo da gravidade do problema de Lázaro, Jesus preferiu esperar. E ficou feliz com sua morte para manifestar depois a glória de Deus. O Senhor tem seus planos. Eu não preciso entender; apenas aceitar.

·         Muitas vezes a minha fé é para ontem ou para amanhã, assim como a fé de Marta. Mas preciso crer no Deus que opera hoje. A fé é para hoje.

·         Se eu crer, verei as maravilhas de Deus.

·         Jesus faz o milagre, mas eu que tenho que remover a minha pedra.

·         Nada é impossível diante do Senhor. Nem a morte tem a palavra final.

·         Jesus ressuscitou Lázaro e pode ressuscitar qualquer área de minha vida. 

·         O Evangelho me diz que preciso confiar no Senhor que tem poder absoluto sobre todas as coisas.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Obrigado porque Jesus é a ressurreição e a vida. Louvado seja o Senhor porque todo o poder e autoridade estão sobre suas mãos. Confio em ti e descanso. Continue me guiando pelo caminho de milagres. Sou sempre grato por sua obra em minha vida. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Vou crer sempre que Jesus pode todas as coisas. Ele é a ressurreição e a vida”.

 

Versículo para guardar no coração: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto”? (João 11.25). 

terça-feira, 10 de março de 2026

Evangelho do 4º Domingo da Quaresma - A Cura do Cego de Nascença - João 9.1-41

 


4º Domingo da Quaresma

A Cura do Cego de Nascença

João 9.1-41

 

Você já brincou de cabra cega (ou cobra cega)?

O que significa ser cego espiritualmente?

 

4º Domingo da Quaresma: A Palavra de Deus desta Domingo propõem-nos o tema da “luz”. Define a experiência cristã como “viver na luz”. No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das trevas. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um caminho de liberdade e de realização que conduz à vida plena.

 

I. O que o Evangelho diz?

O Evangelho narra a história de um homem cego de nascença que estava perto do tanque de Siloé. Os apóstolos então perguntam se ele pecou ou se seus pais pecaram para ele ter nascido cego. Jesus responde que nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestassem nele as obras de Deus. 

O Senhor Jesus afirma que é a luz do mundo e depois cura o cego. Ele diz: “5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”. Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego, dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé. Ele foi, lavou-se e voltou vendo (6-7).

O homem curado tem a oportunidade de testemunhar várias vezes. Primeiro ele testemunha aos seus vizinhos que o conheciam (8-12). Depois é levado aos fariseus e novamente dá o testemunho de sua cura milagrosa (13- 23) Seus pais são chamados, mas tem medo dos judeus.

Novamente é chamado pelos fariseus e dá um novo testemunho defendendo sua fé e sua cura sobrenatural (24-34).

Diante da acusação de que Jesus era pecador porque o havia curado no sábado o cego responde: (25) “Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo”.

Diante da insistência dos fariseus o cego responde: (27) “Já vo-lo disse, e não atendestes; por que quereis ouvir outra vez? Porventura, quereis vós também tornar-vos seus discípulos”? 

Quando os fariseus disseram que não sabiam da onde era Jesus, o curado diz: (30-33) “Nisto é de estranhar que vós não saibais donde ele é, e, contudo, me abriu os olhos. Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende. Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito”. 

Diante deste testemunho, os fariseus o expulsam da sinagoga.

Contudo o Senhor Jesus o encontra e lhe pergunta (36-38): “Crês tu no Filho do Homem? Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia? E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo. Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou”. Antes o cego havia sido curado, e agora foi salvo pela fé em Jesus.

            Jesus conclui sua mensagem aos discípulos dizendo: “Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem se tornem cegos”. 

 

 

Alguns fariseus que estavam ali perguntaram: “Acaso, também nós somos cegos”? Respondeu-lhes Jesus: “Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado”.

                       

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Eu ainda sou cego espiritualmente ou já aceitei a luz de Jesus?

·         Quando você passou a enxergar a vida espiritual?

·         Porque os fariseus não aceitavam a Palavra de Jesus nem os sinais que Ele realizava?

·         Você tem sido ousado no testemunho assim como o homem curado de cegueira?

·         O Evangelho me diz que somente um encontro pessoal com Cristo pode me fazer enxergar a verdadeira luz de Deus. Sem Jesus eu permaneço nas trevas.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Jesus é a Luz do Mundo. Desejo ser luz em Cristo para auxiliar a todos que andam nas trevas a terem um encontro pessoal com o Evangelho. Ajuda-me a ser uma testemunha fiel e ousada do seu amor e de sua misericórdia. Que eu leve a Luz de Cristo a todos as pessoas. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Quero levar a luz de Cristo a todas as pessoas”.

 

Versículo para guardar no coração: “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”.  (João 9.5).