quarta-feira, 28 de junho de 2017

13º Domingo Comum - Ano A

13º Domingo Comum
Discipulado Verdadeiro
II Re 4.8-16 / Sl 89.2-3,16-19/Rm 6.3-4,8-11/ Mateus 10.37-42

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A Palavra de Deus hoje nos levará a radicalidade do discipulado proposto pelo Senhor Jesus. Refletiremos no Evangelho as exigências do discipulado e aprenderemos sobre o testemunho, características e vida do verdadeiro discípulo do Senhor Jesus.

I. As Exigências do Discipulado - Mateus 10.37-42
Em Mateus 10.37-42 o Senhor Jesus deixa claro as exigências do discipulado.
São elas: amar o Senhor acima de qualquer outra coisa (37), tomar a cruz, segui-lo (38) e estar disposto a perder a vida (39).
O Senhor Jesus precisa ser o principal alvo do nosso amor. Somente desta forma seremos bons pais e bons filhos, bons cônjuges e bons cidadãos. Assim seremos dignos Dele.
Nunca poderemos fugir da cruz. Precisamos, com o peso da cruz, continuar caminhando e seguindo o mestre.
Da mesma forma, consideramos tudo perda porque um dia achamos a principal pérola, o Senhor Jesus.
Como discípulos neste nível, representamos o próprio Senhor na terra. Quem nos recebe, recebe ao próprio Jesus (40). A relação das pessoas conosco na função de discípulos resultará em galardão (41-42): “Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta; quem recebe um justo, no caráter de justo, receberá o galardão de justo. E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão”.
O Evangelho nos propõe sermos parecidos com Cristo em amor, na justiça, na vida e no sofrimento. O resultado é nos transformarmos em bênçãos de Deus para o mundo.

ü  Como você tem seguido o Senhor Jesus Cristo? Seus passos são parecidos com o que o Evangelho nos propõe? Você ama a Jesus mais do que todas as outras coisas? Você ainda está agarrado às coisas do mundo?   

 II. O Testemunho do Discípulo - II Reis 4.8-16
Em II Reis 4.8-16 narra o encontro de Eliseu com a família da Sunamita. Ela e seu esposo percebem que Eliseu tinha as características de um santo homem de Deus. O testemunho do profeta o denunciava.
Eliseu passava por Suném e a mulher a constrangeu a entrar em sua casa para comer pão. Todas as vezes que ele passava por ali, parava para comer naquela casa (8).
Este contato fez com que a mulher percebesse que Eliseu era um verdadeiro discípulo do Senhor. Ela disse ao seu marido (9-10): “Vejo que este que passa sempre por nós é santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, em cima, um pequeno quarto, obra de pedreiro, e ponhamos-lhe nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; quando ele vier à nossa casa, retirar-se-á para ali”.
O que ela viu em Eliseu?
Como forma de gratidão, o profeta desejou abençoa-la e mandou seu moço Geazi perguntar se poderia fazer alguma coisa por ela (13).
Ela nada pede, mas Geazi descobre que o casal não tinha filhos. Então o profeta a chama e diz (16): “Por este tempo, daqui a um ano, abraçarás um filho”. Ele profetiza e abençoa a mulher dentro de sua maior necessidade e sonho: ser mãe.
Como discípulo, Eliseu demonstrava que era um santo homem de Deus, tinha um coração grato e usava de palavras proféticas para abençoar. A mulher percebeu que ele era, de fato, santo homem de Deus.
O maior testemunho do profeta foi sua comunhão com o Senhor.

ü  As pessoas sabem que você é discípulo/a de Jesus? Como podemos demonstrar que somos discípulos de Jesus?  Como tem sido seu testemunho de vida?

III. As características do Discípulo - Salmo 89.2-3,16-19
O Salmo 89.2-3,16-19 fala das características do discípulo de Jesus.
Todo verdadeiro discípulo louva a Deus para sempre exaltando a misericórdia e testemunhando a todos a Sua fidelidade (1).
Reconhece que tem aliança com Deus (2,3) e é feliz porque anda na luz da Sua presença (15).
O discípulo se alegra na justiça do Senhor (16). Sua força está em seu poder (17) e tem Deus como escudo (18).
Assim como Davi, sente-se ungido, salvo e amparado pelo Senhor (19).
O discípulo segue o Senhor Jesus na alegria. Mesmo nas provações, lutas e martírio, a maior característica do discípulo é a alegria que vem de Deus.

ü  Quais as características do discípulo? Você é uma pessoa alegre no Senhor? Qual a diferença entre a alegria do mundo e a alegria de Deus?


IV. A Vida do Discípulo - Romanos 6.3-4,8-11
Paulo em Romanos 6.3-4,8-11 fala sobre a vida nova do discípulo do Senhor Jesus.
Fomos batizamos e ressuscitados espiritualmente para andarmos em novidade de vida (3,4).
Morremos na cruz para o mundo e ressuscitamos nas águas do batismo para uma nova vida (8). A morte já não tem mais domínio (9).
Por isso Paulo afirma (11): “Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus”.
Como discípulos do Senhor, morremos para o mundo e vivemos para Deus. Nossa vida, alegria e prazeres são diferentes. Hoje somos vivos para o Senhor.  

ü  Hoje sua vida é diferente? Conte seu testemunho.

Conclusão:
            Fomos chamados para a radicalidade do discipulado. Ou discípulos ou nada. Não basta ter o nome arrolado na igreja como membros; desejamos ser discípulos.
Que nossa vida demonstre a graça de Deus e que sejamos fiéis ao chamado do Senhor.

Oração
Lembra-te, Senhor, da graça que nos concedeste e não dos nossos merecimentos, e, assim como nos chamaste ao teu serviço, faze-nos dignos de nossa vocação; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.





quarta-feira, 21 de junho de 2017

12º Domingo Comum - Ano A

12º Domingo Comum
Não tenhais Medo
Jr 20.10-13 / Sl 68.8-10,14,17,33-35 / Rm 5.12-15 / Mateus 10.26-33

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            A vida do discípulo do Senhor é sem medo. Quem confia em Jesus, segue a vida em alegria, entusiasmo e ânimo. Hoje a Palavra de Deus nos ensinará a vencer todos os medos e alcançar uma vida cheia de paz, alegria e justiça.

I. Não tenha medo de obedecer - Mateus 10.26-33
ü  Obedecer a Deus é arriscado? É perigoso obedecer a Deus?
As recomendações de Jesus aos apóstolos são claras e diretas. Em Mateus 10.26-33 Ele deixa claro que não precisariam temer, porque tudo está no controle de Deus (26).
            Antes, precisariam divulgar seus ensinamentos (27) sem temer a morte. Jesus diz (28): “E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo”.
A confiança dos apóstolos deveria estar no Pai que tudo controla (29), até mesmo o número de fios de cabelo de suas cabeças (30). Eles deveriam entender que valiam mais do que os pássaros que são cuidados por Deus (31).
Contudo, seria exigida uma confissão de fé diante do mundo. Ele deixou claro que aquele que confessar seu Nome diante dos homens terá seu nome confessado diante do Pai. Quem o negar terá seu nome negado (32-33).
O discípulo de Jesus não foi chamado para temer, mas para obedecer e caminhar na confiança. A vontade de Deus será plenamente realizada em nossa vida quando escolhemos obedecer. Precisamos, com coragem, confessar o nome de Jesus diante dos homens e fazer discípulos.

II. Não tenha medo de Confiar - Jeremias 20.10-13
ü  Você já teve medo de confiar em Deus e tudo dar errado?
Jeremias diz (20.10-13) diz que existia em sua época terror de todos os lados. Havia sentimento de perseguição, medo, vingança e ódio, até mesmo vindo dos amigos íntimos (10).
Mas ele confiava no Senhor que estava com ele como um poderoso guerreiro. Jeremias sabia que o mal não prevaleceria e os ímpios seriam envergonhados (11,12).
Ele louva ao Senhor que (13) “livrou a alma do necessitado das mãos dos malfeitores”.
Não podemos ter medo de confiar no Senhor. Quando andamos em justiça praticando o que é certo, temos Deus como nosso poderoso guerreiro. Nossa vida sempre estará protegida. Temos vida eterna e uma pátria nos céus.  

II. Não tenha medo da vida - Salmo 68.8-10,14,17,33-35.
ü  Você tem medo da vida? O que te causa mais medo hoje?
A autoria do Salmo 68 é atribuída ao rei Davi. O tema do salmo é a vitória de Deus sobre seus inimigos.
            Davi diz que a terra treme por causa da presença do Senhor e o Sinai se abala (8).
O Deus misericordioso restabelece a terra exausta com sua chuva (9) e faz provisão para os necessitados (10).
            O Seu exército é mais poderoso do que qualquer outro exército (17) e sua voz é poderosa (33).
Por isso o salmista diz (34): “Tributai glória a Deus; a sua majestade está sobre Israel, e a sua fortaleza, nos espaços siderais”.
Ele termina o salmo dizendo que Deus dá força e poder ao seu povo (35).
Na vida vivenciaremos muitas situações difíceis que nos darão medo. Mas precisamos olhar para Deus e confiar no criador que sustenta a natureza e sustenta nossa vida. Ele batalha nossas batalhas e nos conduz em vitórias. Ele é a nossa fortaleza para caminharmos na justiça, amando o próximo e conquistando vitórias.  

II. Não tenhais medo do pecado - Romanos 5.12-15
ü  Você sabe o que é graça de Deus? Você confia na graça de Deus? Como?
O Apóstolo Paulo em Romanos 5.12-15, fala da evolução do pecado no mundo e do poder da graça.
            O pecado entrou por um só homem. Com o pecado veio a morte. Tanto o pecado quando a morte; passaram a todos os homens (12).
            Paulo diz (14): “Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir”.
            Contudo, a graça de Deus é maior do que o pecado. A graça e o dom pela graça de Jesus Cristo foram abundantes sobre muitos (15).
            O pecado não reinará mais em nossa vida. Com a graça, vencemos todos os pecados e alcançamos a vida eterna. Precisamos confiar na Graça de Jesus Cristo e viver a vontade de Deus em todos os aspectos da nossa vida.

Conclusão:
            Nossa vida é uma bênção de Deus. Não precisamos temer a nada. Nem a morte, nem a vida. Somos do Senhor e Sua vontade irá se cumprir plenamente. Precisamos apenas continuar andando em Sua Palavra e vivendo a santidade em justiça e bondade.

Oração: Senhor Jesus Cristo, que disseste aos vossos apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz: não olhes para os nossos pecados, mas para a fé que anima a tua Igreja. Dá-lhe, segundo o vosso desejo, a Paz e a Unidade. Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo. Amém.


domingo, 11 de junho de 2017

11º Domingo Comum - Ano A

11º Domingo Comum
Chamado e Envio
Ex 19.2-6 / Sl 100 /  Rm 5.6-11 / Mateus 9.36-10.8

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Não fomos salvos para ficar parados. Enquanto estivermos aqui na terra, a nossa missão será testemunhar o Plano da Salvação para todos os homens. Cada discípulo é um missionário e cada pessoa é um campo missionário. Hoje a Palavra de Deus falará sobre nosso chamado ministerial como crentes no Senhor Jesus.

I. Obreiros para a Seara - Mateus 9.36-10.8
Somos chamados e enviados para a seara do mundo.
Em Mateus capítulo 9, Jesus se compadece das multidões por estarem aflitas e exaltas como ovelhas sem pastor (36), e diz aos discípulos que a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos (37).
Precisamos ver o mundo com este olhar de misericórdia e compaixão. Jesus diz que a solução é orar para que o Senhor da Seara envie trabalhadores (38).
            Após um longo período de oração, Mt 10.1-8 relata que Jesus chamou e enviou seus trabalhadores para a Seara dando-lhes autoridade para libertar e curar (1).
Ele separa os primeiros 12 trabalhadores e os chama de apóstolos (2-4). Foram especificamente enviados aos judeus (5,6) com a mensagem de que o Reino dos céus estava próximo (7) e com o dom para realizar milagres. Jesus diz (8): “Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça daí”.
Deus nos chama para trabalhar em uma área específica de sua seara, nos dá a mensagem e nos capacita com sinais e maravilhas. Precisamos apenas obedecer.

II. Obreiros das Boas novas - Êxodo 19.2-6
Somos chamados e enviados para pregarmos as boas novas de salvação.
Êxodo 19.2-6, diz que, quando o povo Hebreu chegou ao Sinai, Moisés subiu ao monte e Deus lhe deu uma missão (2,3).
Moisés deveria pregar as boas novas ao povo relembrando o que Deus fez livrando-os do Egito (4) e chamando-os para ouvir a voz do Senhor (5). Este era o caminho para serem abençoados.
A obediência gera bênçãos. O Senhor diz: (5,6) “sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa”.
Quando evangelizamos, estamos convidando o povo para ser abençoado em Cristo Jesus. Obedecer ao Senhor gera uma vida de milagres e sustento. Isso são as Boas-novas: a salvação é unicamente pela graça do Senhor e está disponível a todos.

III. Obreiros para as nações - Salmo 100
Somos chamados e enviados para levar o Evangelho para as nações. Quantas nações vivem sem conhecer e servir o Senhor Jesus? Muitas.
O Salmo 100 afirma que toda terra é convocada a celebrar com jubilo ao Senhor (1), servir a Deus com alegria (2) e conhecer que existe um único Deus que nos chama de seu povo e de seu rebanho (3).
Não há exclusão. Todos são convidados a entrar na presença de Deus (4). O salmista diz (5): “Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade”.
Ore a Deus e se coloque a disposição para ser o que Deus deseja que sejamos.

IV. Obreiros do amor - Rm 5.6-11
Somos chamados e enviados para anunciar o amor de Deus ao mundo.
Nossa mensagem é simples e poderosa. Cristo morreu por nós quando éramos ímpios (6).
Paulo diz (8): “...Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.
Somos justificados e salvos pelo sangue de Cristo (9). Fomos reconciliados e salvos para a vida eterna (10) e nos gloriamos em Deus por esta reconciliação que recebemos em Cristo (11).
Nossa mensagem do amor é: “todo ser humano é um pecador perdido e somente Jesus pode salvar, perdoar e restaurar”.
Não somos obreiros da condenação ou do juízo. Fomos levantados como obreiros do amor de Deus. Nossa missão é compartilhar o amor em palavras e atitudes.

Conclusão:
            Fomos chamados e enviados para testemunhar do amor de Deus em Cristo Jesus. Nossa missão é gloriosa e Deus conta com o nosso trabalho na Missão. Você está disponível? Sua oração é “Eis-me aqui envia-me a mim”?

Oração: Pai celestial, envia teu Santo Espírito a nossos corações para que nos dirija e governe segundo a tua vontade, nos console em todas as nossas aflições, nos defenda de todo erro e nos conduza a toda a verdade. Por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.











Solenidade da Santíssima Trindade - Ano A

Santíssima Trindade
O Deus da nossa Salvação
Ex 34.4-9 / Dn 3.14-18 / II Co 13.11-13 / Jo 3.16-18.

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A nossa salvação é um plano do Deus Triuno. Deus, como Pai, cria o mundo e tudo o que nele há. Por causa do pecado do homem, Deus enviou seu único Filho para a nossa Salvação.
Deus, como Filho, vem ao mundo pregar o Reino e trazer a salvação mediante sua morte e ressurreição.
Deus, como Espírito Santo, age para acompanhar a igreja na missão, capacitar, dar os dons, converter e expandir o Reino no mundo.
Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) é o nosso Salvador. Toda ação de Deus sobre a terra é para libertar, salvar e santificar. A Santíssima Trindade é o nome que damos ao mistério do Deus Único de agir em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Sempre no domingo após o Pentecostes, celebramos este mistério da nossa fé. A Palavra de Deus hoje mos falará sobre a Trindade e a Salvação.  
           
I. A Salvação - Jo 3.16-18.
                Após a queda do homem e da mulher, o Deus Triuno estabeleceu um plano para a salvação: enviar seu único Filho para morrer na cruz.
O Deus salvador amou o mundo com tanta intensidade que enviou seu único Filho. Toda a pessoa que crê no Filho não perecerá no inferno, mas terá a vida eterna (16).
O Filho não veio para julgar o mundo, mas para salvar (17). Nossa relação com o Filho de Deus determinará nosso futuro. João diz (18): “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”.
A obra do Espírito Santo é nos fazer crer no Filho e, através do Filho, nos reconduzir ao Pai.
O olhar de Deus é sempre misericórdia e salvação. Precisamos aprender o plano de salvação e compartilhá-lo com nossos amigos e com todos os homens.

II. A Misericórdia - Ex 34.4-9
            Deus criou o ser humano (homem e mulher) e estabeleceu sua lei. Infelizmente Adão e Eva caíram no pecado e foram expulsos da presença do Senhor.
            Em Moisés, Deus entregou 10 Mandamentos como padrão de vida. Enquanto Moisés estava no Monte recebendo as Leis do Senhor, o povo caminhou para a idolatria do bezerro de ouro. A indignação de Moisés foi tão grande que ele quebrou as tábuas da Lei na frente do povo.
            O Deus misericordioso mandou Moisés lavrar duas tábuas de pedra novamente e subir ao monte Sinai (4).
            Vendo a Glória de Deus, Moisés louva a bondade do Senhor (6,7), adora e pede o perdão para a iniquidade do povo (8,9).
            A relação do Deus triuno com a humanidade é de misericórdia. Em Cristo, mediante o Espírito Santo, o Pai escreve em nossos corações sua Lei Eterna (Leia Jeremias 31.33 e Ezequiel 36.25-27).
            Baseados na misericórdia de Deus, devemos viver em nova vida.

III. A Perseverança - Dn 3.14-18
            O mundo sempre estará se desviando da salvação e da misericórdia de Deus. O pecador cria religiões e deuses. Esta é a ação do diabo mediante o espírito da religiosidade.
            Contudo, uma vez que aceitamos Jesus como Senhor e Salvador mediante a operação do Espírito Santo, e nos voltamos ao Pai, precisamos manter firmes nossa fé no único Deus.
            Dn 3.14-18 fala da coragem de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego em manter a fé diante da fornalha ardente. Estes três jovens judeus estavam cativos na Babilônia (atual Iraque) e não aceitaram as ameaças do rei Nabucodonosor (Leia os vv 14 e15). Foram perseverantes na fé.  
            Os jovens hebreus deixam claro que a fé em Deus não estava relacionada ao que o Senhor iria fazer ou deixar de fazer.  Eles conheciam Jeová e não estavam dispostos a adorar a imagens de escultura, ainda que fossem mortos. (Leia os vv 16-18).
            Não podemos trocar Deus por imagens, esculturas ou santos. Precisamos ser valentes para permanecer, como os jovens hebreus, amando e servindo somente o Deus triuno.

IV. Santidade - II Co 13.11-13.
            Paulo desejava que os irmãos de Corinto (cidade da Grécia) vivessem em santidade. Ele diz (11): “Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco”.
            Para que possamos caminhar na santidade de Deus, necessitamos da presença da Trindade em nossa vida.
            Precisamos da graça do Senhor Jesus Cristo, do amor de Deus, e da comunhão do Espírito Santo (13).
            Somente com a ação de Deus Triuno conseguimos seguir para a vida eterna em plena santidade. Nossa santidade está somente em Deus.

Conclusão:
            Louvado seja o Deus Pai, Filho e Espírito Santo pela nossa salvação. Agora, salvos no Senhor, precisamos trabalhar para compartilhar este Plano de Salvação a todos os homens e mulheres. O Deus Triuno nos vocacionou e nos capacitou para a missão.

Oração
Deus nosso Pai, enviaste ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito da santidade para revelar aos homens o mistério admirável do teu Ser: concede-nos que na profissão da verdadeira fé reconheçamos a glória da eterna Trindade e adoremos a Unidade na sua onipotência. Mediante nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Dia de Pentecostes - Ano A

Dia de Pentecostes
Vinde Espírito Santo!
At 2.1-11 / Sl 104.1,24,29-34 / I Co 12.3-7,12,13 / Jo 20.19-23.

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O Dia de Pentecostes é a celebração da inauguração da Igreja do Senhor.
Jesus foi aos céus e enviou seu Espírito para morar conosco. Hoje precisamos do Espírito Santo para vivermos o Evangelho de Deus e realizar sua missão no mundo. Sem o poder de Deus não conseguiremos dar um passo. Sem o divino Espírito Santo nada realizaremos.

I. O Sopro do Espírito Santo - Jo 20.19-23
Jesus ressuscitado apareceu aos discípulos e soprou sobre eles o Espírito Santo. Em João 20.21,22 está escrito: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo”.
Cinquenta dias após a Páscoa, no dia de Pentecostes, Deus enviou o Espírito Santo e todos foram cheios do poder de Deus.
É impossível fazer a obra de Deus sem o poder do Espírito Santo. Ele é o consolador enviado por Deus para estar ao nosso lado.
Hoje o Pai e o Filho estão no céu e o Espírito Santo está ao nosso lado para nos ajudar a realizar a missão de Deus no mundo.
Tudo é possível porque o Espírito Santo está constantemente conosco. Jesus soprou sobre nós e nos enviou para fazer a vontade de Deus.
Assim como o Pai enviou Jesus, nós fomos enviados, cheios do Espírito Santo, para ganhar almas e realizar sinais e maravilhas para a glória de Deus.

II. As Línguas de Fogo do Espírito Santo - At 2.1-11
Atos 2 fala do cumprimento da promessa de Deus ao enviar o Espírito Santo sobre a Igreja.
O Pentecostes é uma festa dos judeus que ocorre 50 dias após a Páscoa. Eles celebram o dia em que Deus deu a Lei ao povo Hebreu no Monte Sinai.
Neste exato dia de Pentecostes os discípulos foram cheios do Espírito Santo e testemunharam do amor de Cristo. Quase três mil pessoas foram batizadas pelo poder de Deus na vida dos apóstolos.
No Antigo Testamento a Lei foi escrita em pedras, mas Deus prometeu escrever a lei no coração das pessoas (Leia Jr 31.33).
No dia em que os judeus comemoravam a lei escrita em pedras no Sinai, Deus derramou o Espírito Santo e escreveu as leis no coração dos discípulos.
Com o poder do Espírito Santo a igreja avançou ganhando almas, consolidando e fazendo novos discípulos.
Os apóstolos receberam línguas de fogo e falaram o idioma dos estrangeiros (judeus que moravam em outros países) que estavam na Festa de Pentecostes. Cada estrangeiro ouviu a pregação em sua própria língua. Foi um sinal que trouxe libertação.
O texto diz que (2-4) “de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”.
Com o poder do Espírito Santo a Igreja teve sua primeira expansão e cumpriu o Ide de Jesus.

III. O Poder Criador do Espírito Santo - Sl 104.1,24,29-34
O Salmo 104.30 diz: “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra”.
Em muitas igrejas, pelo mundo, este versículo é cantado no Dia de Pentecostes. É a profecia da vinda do Espírito Santo.
Deus envia o Espírito e Ele cria tudo novo. Com esta ação do Espírito Santo, a face da terra é renovada.
Precisamos do Espírito Santo para sermos pessoas novas. Renovadas diariamente. O Dia de Pentecostes sinalizou um novo tempo na vida dos apóstolos. Antes eles viam Jesus atuar. Agora, cheios, do Espírito Santo, eles passaram a exercer o ministério de Jesus no mundo com poder e autoridade.
Hoje precisamos clamar para que o Espírito Santo venha sobre nós e renove nossas vidas, nossas igrejas e nossas famílias. Somente com o Espírito Santo seremos pessoas renovadas.

IV. Os Dons do Espírito Santo - I Co 12.3-7,12,13
Paulo diz aos Coríntios que o Espírito Santo nos leva a Jesus. Ele nos ensina a aceitar o Senhorio de Cristo (3) e nos capacita com dons.
Os dons, os serviços e as realizações são diferentes, mas é o mesmo Espírito que opera tudo em todos (4-6). “A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso”(7).
Ele nos leva a unidade e nunca a divisão. Somos muitos membros de um único corpo. Todos nós bebemos de um único espírito. “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (13). Os Dons do Espírito Santo nos auxilia na realização da Obra de Deus. Sem os dons não temos as ferramentas necessárias para a obra. Ainda que tenhamos boa vontade, nada será feito.

Conclusão:
            Precisamos manter diariamente uma comunhão com o Espírito Santo. Ele precisa ser nosso amigo diário. Precisamos ouvir sua voz e realizar sua vontade. Com o poder do Espírito Santo realizamos o que jamais conseguiríamos realizar sem Ele. Devemos orar diariamente: “Venha Espírito Santo e renove minha vida”.


Oração
Deus Onipotente, neste dia abriste o caminho da vida eterna a toda raça e nação pela dádiva prometida do teu Santo Espírito, espalha este dom pelo mundo inteiro, mediante a proclamação do Evangelho, para que alcance os confins da terra; por Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém

Eu e minha família no Cenáculo - local do Pentecostes - Veja vídeo:



Ascensão do Senhor - Ano A

Ascensão do Senhor
A Ascensão do Senhor e o Discipulado
Ato 1.1-11 / Sl 47.2,3,6-9 / Ef 1.17-23 / Mt 28.16-20.

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            Quarenta dias após a Páscoa, o Senhor Jesus foi levado aos céus e se assentou a direita de Deus Pai.  Este dia é chamado de Ascensão do Senhor. Este ato de Jesus está relacionado a missão, a esperança, a vida de adoração e a autoridade espiritual dos discípulos.

I. A Ascensão do Senhor e a Missão dos Discípulos - Mt 28.16-20
Antes de Jesus ser ascender aos céus e voltar para a casa do Pai, ele levou os discípulos a um monte da Galiléia. Uns adoraram e outros duvidaram (17).
Jesus falou da autoridade que recebeu sobre o céu e sobre a terra (18) e com esta autoridade, ordenou os discípulos a fazerem novos discípulos.
Ele disse (19,20): “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”.
Jesus foi aos céus e nos deixou a missão de fazer novos discípulos para o Reino de Deus.

II. A Ascensão do Senhor e a Esperança dos Discípulos - Ato 1.1-11
Atos 1 descreve a Ascensão do Senhor e a esperança dos discípulos.
Jesus ressuscitado ordenou que os discípulos permanecessem em Jerusalém e esperassem a promessa do Batismo com o Espírito Santo (4,5). Eles receberiam poder do céu e seriam testemunhas em todos os lugares (8).
O livro de Atos diz que (9): “Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos”.
Neste instante aparecem dois varões vestidos de branco e dizem (11): “Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir”.
Os discípulos ficaram com a esperança do poder do Espírito Santo e com a promessa da volta do Senhor nas nuvens.
Estas devem ser nossas duas maiores esperanças: Jesus prometeu Espírito Santo para nos capacitar para a missão e em breve voltará para buscar a Igreja.



III. A Ascensão do Senhor e o Louvor dos Discípulos - Sl 47.2,3,6-9
O Salmo 47 fala profeticamente da subida de Cristo aos céus no dia de sua ascensão. É um louvor ao soberano Rei que, no céu, está acima de todas as nações.
Os discípulos do Senhor reconhecem que Ele é o Rei tremendo sobre toda a terra (2) e que está acima de todas as nações (3).
Jesus é o Rei que subiu aos céus no dia de Sua Ascensão. Por isso celebramos o Senhor (6,7): “Salmodiai a Deus, cantai louvores; salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores. Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico”.
O salmista diz que Deus reina sobre as nações e se assenta em seu santo trono (8). Ele se exaltou gloriosamente (9).
Devemos todos os dias erguer nossa cabeça para o céu e louvar ao Senhor Jesus que está assentado a destra de Deus Pai. Ele é soberano e conduzirá nossa vida em vitória.

IV. A Ascensão do Senhor e a autoridade dos Discípulos - Ef 1.17-23
Na Ascensão do Senhor a Igreja ficou capacitada para exercer, com autoridade, o poder de Deus.
Paulo diz aos Efésios que precisamos, para entender nossa autoridade, do Espírito de sabedoria e revelação em Cristo (17).
Nossos olhos precisam ser iluminados para reconhecermos a esperança e a riqueza da glória de Cristo em nossa vida (18). Precisamos conhecer o poder que veio sobre nós que cremos (19). Este poder fez Jesus ressuscitar dentre os mortos e, em sua Ascensão, o fez assentar em lugares celestiais (20).
            Na ascensão Jesus ficou acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro (21) e pôs todas as coisas debaixo dos pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja (22).
Quem não conhece sua identidade em Cristo, não consegue exercer a autoridade que tem.

Conclusão:
No Dia da Ascensão o Senhor Jesus voltou ao Pai e se assentou em seu trono novamente. Ele intercede por nós para que cumpramos a Missão, permaneçamos na esperança, vivamos em adoração e exerçamos nossa autoridade espiritual. Em Cristo somos mais que vencedores.

Oração
Senhor soberano, teu Filho ascendeu em triunfo para governar todo o universo em amor e glória; faz que todos os povos reconheçam a autoridade do seu reino. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Eu e minha família na Igreja do Pai Nosso, antiga igreja da Ascensão de Cristo, no monte das Oliveiras - 












6º Domingo da Páscoa - Ano A

6º Domingo da Páscoa
A Missão dos Discípulos
At 8.5-8,14-17 / Sl 66.1-7,16,20 / I Pe 3.15-18 / Jo 14.15-21.

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            Jesus veio ao mundo para pregar o Evangelho, morrer e resuscitar. Ao voltar para o céu, Ele deixou seus discípulos com a missão de guardar os mandamentos, viver cheios do Espírito Santo, testemunhar os feitos de Deus e andar em santidade. Este é o trilho que devemos seguir para termos uma vida bem-sucedida diante de Deus e dos homens. 

I. Guardar os mandamentos - Jo 14.15-21
Quem ama Jesus guarda seus mandamentos (15). É fruto do amor e não fruto de mera obrigação. Contudo, só conseguimos viver os mandamentos do Senhor por causa da presença do Espírito Santo.
Jesus garantiu aos apóstolos que iria pedir ao Pai outro consolador para que estivesse sempre com eles (16). Este consolador é Espírito Santo que somente os discípulos poderiam receber (17). O consolador assumira o lugar de Jesus na vida da igreja (18). Ele é o Espírito de Jesus presente conosco.
Através do Espírito Santo os apóstolos continuariam vendo Jesus (19), estariam unidos ao Pai e ao Filho (20) e conseguiriam guardar os mandamentos.
Jesus diz (21): “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele”.

II. Viver cheios do Espírito Santo - At 8.5-8,14-17
Como discípulos do Senhor, precisamos ser cheios do Espírito Santo.
O livro de Atos diz que Filipe foi anunciar Cristo em Samaria (5) e por causa dos sinais que operava, as multidões lhe atendiam (6). Havia libertação e curas (7) e grande alegria (8).
Os samaritanos foram batizados, mas ainda não tinham o Espírito Santo. Por isso que Pedro e João são enviados a Samaria para que os novos discípulos recebessem o Espírito (14,15). O texto diz que (17): “Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo”.
Após o Batismo nas águas, precisamos buscar o Espírito Santo. Viver cheio do Espírito Santo significa ter poder para realizar a vontade de Deus em todas as áreas de nossa vida. O Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, é o presente que Jesus e o Pai nos enviaram. Precisamos desejar viver cheios do Espírito Santo.

 III. Testemunhar os feitos de Deus - Sl 66.1-7,16,20
Tudo que Deus tem realizado em nossa vida precisa ser testemunhado para a glória do Senhor e a salvação dos homens.
No Salmo 66, toda a terra é convidada a louvar ao Senhor (1-3), adorá-lo (4) e ver as Suas obras tremendas (5).
Precisamos testemunhar que Deus governa eternamente (7) e o que Ele tem realizado em nossa vida. O Salmista diz (16): “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem ele feito por minha alma”.
Todos precisam saber que Ele não rejeita a nossa oração e nem aparta de nós a sua graça (20).
Será através do nosso testemunho que as vidas serão salvas e libertas.

IV. Andar em santidade - I Pe 3.15-18
Crendo no Senhor ressuscitado, precisamos andar em santidade. Nossa vida e palavras precisam ser diferentes.
Precisamos estar santificados e preparados para responder a todos que pedirem a razão da nossa esperança (15).
Devemos ter bom procedimento diante dos que nos acusam. É exigido de nossa parte mansidão, temor a Deus e boa consciência (16).
Mesmo diante do sofrimento e da perseguição, precisamos perseverar em santidade. Pedro diz (17): “porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal”.
Jesus é o nosso modelo de santidade. Ele morreu para nos conduzir a Deus. Sofreu na carne, mas foi vivificado no espírito (18).
Nunca deixe o caminho da santidade por causa dos problemas e perseguições. Permaneça sendo o que Deus deseja que sejas.

Conclusão:
O discípulo de Cristo sempre é vencedor. Nosso compromisso é guardar os mandamentos, viver cheios do Espírito Santo, testemunhar os feitos de Deus e andar em santidade. Nada poderá impedir a obra de Deus em nossa vida.

Oração
Pai eterno, o teu reino vai além do espaço e do tempo; concede que neste mundo de constantes mutações nos fixemos naquilo que permanece para sempre. Mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.