terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Evangelho do 2º Domingo da Quaresma A Transfiguração do Senhor Mateus 17.1-9 - Ano A

 



2º Domingo da Quaresma

A Transfiguração do Senhor

Mateus 17.1-9

 

 

Qual o mais alto monte que você já subiu?

Quem na Bíblia subiu os montes para falar com Deus?

 

2º Domingo da Quaresma: No segundo domingo de caminhada da Quaresma, o Evangelho nos recorda a Transfiguração do Senhor, quando Jesus antecipou a glória da ressurreição para seus discípulos. O recado de Deus é que diante de toda a dor e sofrimento, a alegria reina quando temos a esperança na ressurreição.

 

I. O que o Evangelho diz?

            Quando o Senhor Jesus revelou aos apóstolos que iria sofrer e morrer em Jerusalém; Pedro se revoltou e não aceitou as palavras de Jesus. Ele levou o Senhor a parte e começou a repreende-lo dizendo: “Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso”.

Jesus percebe satanás na vida de Pedro, o expulsa e ensina seus discípulos que a cruz fazia parte da missão. Ele diz: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma”? (Mateus 16.22-26).

Jesus, entendendo a crise em Pedro, leva-o com Tiago e João a um alto monte (1). Eles precisavam ter uma experiência transcendente. Algo além de sua realidade física e humana, para que pudessem entender o sofrimento, a morte e ressurreição do Senhor.

Por isso no monte, o Senhor foi transfigurado (mudou de forma / metamorfose) (2). “O seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz”.

Para confirmar a necessidade do sofrimento e morte em Jerusalém, apareceram em glória, Moisés, símbolo da Lei e Elias, símbolo dos Profetas, falando sobre os acontecimentos que ocorreriam com o Senhor na cidade Santa (Lucas 9.30,31).

            Pedro fica tão maravilhado que se oferece para fazer três tendas (4). Neste momento vem a maior confirmação: o Pai testifica do Filho em uma nuvem luminosa dizendo (5): “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi”.

            O medo se apodera dos discípulos (6) e Jesus lhes diz: (9): “A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos”.

            Jesus não desiste de Pedro. Ele havia sido usado pelo Espírito Santo (Mateus 16.16-19) e depois deu lugar ao diabo, mas Deus não desiste dele e o leva para uma experiência muito maior. Pedro saiu do monte “transfigurado”.

           

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Já passei por crises espirituais de dúvidas e medo?

·         Preciso ter uma nova experiência com o Senhor?

·         Tenho a prática de ter momentos íntimos com o Senhor?

·         O Evangelho me diz que Deus nunca desiste da nossa vida. O Seu projeto é eterno. Precisamos confiar em sua direção, mesmo pelo caminho da dor e do sofrimento. A palavra final é a ressurreição e a vida eterna.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Obrigado pela Transfiguração relatada no Evangelho. Desejo ter uma real experiência com o Senhor Jesus. Que minha vida reflita a fé e a esperança, mesmo em meio a cruz e a dor. Que meus olhos estejam voltados para a ressurreição. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Quero ser transfigurado pelo Senhor”.

 

Versículo para guardar no coração: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi”. (Mt 17.5). .

 

 

 

 

 

 

1º Domingo da Quaresma A Quaresma do Senhor Jesus Mateus 4.1-11 - Ano A

 



1º Domingo da Quaresma

A Quaresma do Senhor Jesus

Mateus 4.1-11

 

O que significa quaresma?

Como a sua família vivia a Quaresma?

 

1º Domingo da Quaresma:

Quaresma é uma caminhada de oração de quarenta dias que nos prepara espiritualmente para vivermos paixão, morte e ressurreição do Senhor. Foi a primeira campanha de oração da Igreja primitiva. É um tempo de oração, jejum e esmolas. Um tempo de crescer através do quebrantamento.

 

I. O que o Evangelho diz?

            O Senhor Jesus havia acabado ser batizado por João Batista. Agora se dirige para o deserto. Próximo da cidade de Jericó, no sul de Israel, existe um monte chamado Quarental, o local que a tradição diz ser o abrigo de Jesus em sua quaresma.

O Senhor é lavado pelo Espírito Santo ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 

Seria o segundo passo para dar inicio a sua missão. Primeiro foi batizado e depois a tentação.

Antes da tentação, esteve jejuando quarenta dias e quarenta noites. Por isso teve muita fome. Fez um retiro espiritual antes de ser tentado.

É neste momento que o inimigo entra para tentar quebrar a consagração (o jejum) do Senhor (3): “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães”. 

As respostas do Senhor são baseadas na Palavra de Deus. Esta é a arma para enfrentar todas as ciladas do diabo.

O Senhor reponde (4): “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 

A segunda tentação é baseada no exibicionismo, desejando que o Senhor Jesus aparecesse como messias antes da hora, fosse aclamado Filho de Deus e não passasse pela cruz.

“O diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra” (6,7).

O Senhor apenas responde (7): “Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus”. 

A última tentação era para que o Senhor desistisse da glória de Deus e se inclinasse a glória do mundo. O inimigo o levou a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares (9). 

O Senhor ordena (10): “Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”. 

Ao final da tentação os anjos vieram servir ao Senhor e a missão teve continuidade.

Jesus responde as tentações dizendo que o importante era fazer a vontade do Pai, não tentar ao Pai e somente adorar o Pai. A primeira tentação foi no corpo, a segunda na alma e a terceira no Espírito.  

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         O inimigo sempre irá trabalhar para quebrar nossa consagração.

·         Tudo acontece no tempo de Deus. Não devemos deixar que a pressa venha roubar nossa bênção.

·         Não posso trocar a glória de Deus pelos reinos do mundo. Preciso fazer minha escolha e ser fiel.

·         O Evangelho me diz que preciso confiar no Senhor e ser fiel diante das tentações do diabo que visam retirar-me do foco do Reino.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Obrigado pelas lições que a Quaresma do Senhor Jesus nos ensina. Ajuda-nos neste tempo de quaresma para que possa ser fiel ao Seu projeto, permanecer te glorificando e fazendo sua eterna vontade. Por Jesus Cristo, nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo, Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Venço as tentações com a Palavra de Deus”.

 

Versículo para guardar no coração: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. ”. (Mt 4.4). 

Evangelho do 6º Domingo Comum Justiça que excede a dos Escribas e Fariseus Mateus 5.17-37 - Ano A

 



6º Domingo Comum

Justiça que excede a dos Escribas e Fariseus

Mateus 5.17-37

 

 

Quem já precisou responder com um Sim desejando falar um Não?

Isso é mentira e pecado?

Agradar é mais importante do que falar a verdade?

 

6º Domingo do Tempo Comum:

            Estamos na Escola de Jesus. O Evangelho de hoje irá nos confrontar. Vai falar sobre o homicídio, o adultério e sobre os juramentos. O pecado não começa no ato praticado. Pelo contrário, ele tem início no coração. O Senhor Jesus ensina a identificar a raiz do pecado e a viver uma vida reta e justa. Nosso objetivo deve ser viver em paz com todos, mas falando a verdade visando agradar somente a Deus.  

 

I. O que o Evangelho diz?

O Senhor Jesus está no monte com os seus discípulos. Ele afirma que não veio revogar a Lei e os Profetas, ou seja, o Antigo Testamento. Mas veio cumprir. Tudo precisaria ser cumprido a seu respeito.

Por isso, quem observa toda a vontade de Deus, até mesmo o menor mandamento, será considerado grande no reino dos céus.

Jesus afirma que os religiosos, os escribas e os fariseus tinham a sua justiça, mas a justiça dos discípulos precisava exceder em muito a deles. Se assim não fosse, jamais poderiam entrar no reino dos céus. (20).

Como assim?

Jesus explica. Para os escribas e fariseus o pecado de homicídio era matar alguém. Na justiça que excede a dos escribas e fariseus, a ira já é um pecado de homicídio que precisa ser evitado. Jesus diz (22): “Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo”.

Por isso que a reconciliação é mais urgente do que a oferta (23-24).

Com relação ao adultério, para a justiça dos escribas e fariseus, o pecado estava em realizar o ato em si. Mas para a justiça que excede a dos religiosos, o Senhor Jesus afirma (28): “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela”.

Por que na justiça exigida por Jesus, não poderiam deixar seus olhos e suas mãos os fazer tropeçar.

Para o Senhor Jesus a própria carta de divorcio era um instrumento que levava ao adultério (31-32): “qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério”.

Outro exemplo: para os escribas e fariseus, o juramento poderia ser livremente praticado. Na justiça exigida por Jesus, nunca os discípulos poderiam jurar. Suas palavras precisariam ter autoridade em si mesma sem exigência de juramentos (37): “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno”.

     

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Tenho praticado a justiça de Deus em minha vida?

·         Tenho praticado o homicídio e o adultério do coração?

·         O que significa dizer sim, sim e não, não?

·         Tenho que pedir perdão a alguém hoje?

·         O Evangelho me diz que preciso me esforçar para que minha justiça exceda a dos escribas e fariseus. Preciso vigiar meu coração. É no coração que nasce o pecado.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Necessito de sua vida e graça para que minha justiça exceda a dos Escribas e Fariseus. Ajuda-me a guardar meu coração puro. Preciso estar conectado com o Senhor a todo o momento. Tem misericórdia de mim e me auxilie na caminhada da fé. Por Jesus Cristo nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo. Um só Deus com o Pai, agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Tenho que servir a Deus com o meu coração puro”.

 

Versículo para guardar no coração: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno”.  (Mt 5.37). 

Evangelho do 5º Domingo Comum Luz do Mundo e Sal da Terra Mateus 5.13-16 - Ano A

 



5º Domingo Comum

Luz do Mundo e Sal da Terra

Mateus 5.13-16

 

 

Quem já comeu comida sem sal? Como é a comida sem sal?

Quem já ficou uma noite sem luz? Como foi sua experiência?

 

5º Domingo do Tempo Comum:

                                                                            Estamos na Escola de Jesus. Hoje o Evangelho nos ensina que não apenas seguimos a Luz que é Jesus, mas Ele nos deixou como luz do mundo e sal da terra. Somos desafiamos a cumprir a missão de transformar tudo ao nosso redor. Precisamos salgar e brilhar. Hoje o Senhor nos ensinará a sermos discípulos que faz a diferença. 

 

I. O que o Evangelho diz?

                                                                      O Senhor ensina seus discípulos a ser o sal da terra. Na época do Novo Testamento, o sal era utilizado para conservar alimentos, curar feridas e dar sabor a comida.

Contudo, o sal era de má qualidade e poderia ficar insípido, sem sabor algum.

Assim, o sal estragado era colocado nas ruas de terras para auxiliar na pavimentação.

Por isso o Senhor diz (13): “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens”.

Os discípulos são desafiados a ser o sal com sabor, com cura e com o poder de conservar os valores do Evangelho.

O Senhor Jesus usa também a figura da luz. A luz que vinha da lamparina cujo combustível era o azeite.

Ele diz (14-16): “Vós sois a luz do mundo”. Ao mesmo tempo, que Cristo é a luz do mundo, seus discípulos também precisam ser a luz. Contudo, a luz não pode ficar escondida. Jesus diz: “Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa”. 

A luz existe para iluminar a casa. Assim também deveriam ser os discípulos: a missão era ir por todo o mundo levando a luz de Cristo em suas vidas.

Jesus termina desafiando (16): “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Tenho feito a diferença no meu trabalho, na escola e na faculdade?

·         Como está o poder do meu sal? Tenho salgado ou estou insípido?

·         As pessoas glorificam a Deus quando olham para a minha vida?

·         Tenho levado vidas para a igreja com as minhas palavras e testemunhos? Ou eu as tenho afastado da igreja?

·         O Evangelho me diz que preciso me esforçar para ser sal da terra e luz do mundo. Preciso confiar na graça e ser tudo que Jesus espera de mim.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

                                                                            Senhor. Desejo ser o sal da terra e a luz do mundo. Não deixe que o meu sal fique insípido nem minha lâmpada fique escondida. Preciso do Senhor para brilhar a Tua glória no mundo e restaurar todas as coisas. Que minha presença no mundo possa ser luz para as vidas, cura, restauração e transformação. Que tua luz brilhe em mim, para que as pessoas vejam minhas boas obras e glorifiquem o Pai que está nos Céus. Por Jesus Cristo seu único Filho, na unidade do Espírito Santo, um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Tenho que ser o Sal da terra e a Luz do mundo”.

 

Versículo para guardar no coração: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.  (Mt 5.16). 

Evangelho do 4º Domingo Comum Bem-aventurados Mateus 5.1-12 - Ano A

 



4º Domingo Comum

Bem-aventurados

Mateus 5.1-12

 

 

O que é uma pessoa bem-aventurada?

Os critérios de felicidade do Senhor Jesus são diferentes dos critérios do mundo?

Quais são as diferenças?

Você se considera um bem-aventurado? Por que?

 

4º Domingo do Tempo Comum:

            Estamos aprendendo na Escola do Senhor Jesus. Neste 4º Domingo do Tempo Comum subiremos com o Senhor Jesus a um monte próximo ao Mar da Galiléia e aprenderemos o que significa ser feliz. A palavra bem-aventurado significa feliz. Hoje o Senhor nos ensinará o que realmente nos torna pessoas felizes e abençoadas.

 

I. O que o Evangelho diz?

            O Senhor Jesus subiu ao monte próximo ao mar da Galiléia para passar um tempo ensinando seus discípulos. O ministério estava começando e precisariam aprender o que significa ser feliz no padrão do Reino de Deus.

            O Evangelho diz que seus discípulos se aproximaram e ele passou a ensina-los. Foi um ensino direcionado primeiramente aos discípulos.

            O Senhor cita oito bem-aventuranças. Oito situações onde os discípulos precisariam se considerar feliz, apesar das circunstâncias:

Os pobres de espírito (dependentes de Deus) são bem-aventurados por que deles é o Reino dos Céus. O reino pertence a quem depende unicamente de Deus. A quem aprendeu a viver na dependência do Senhor.

Os que choram são bem-aventurados porque serão consolados. É uma referencia as lutas e as tribulações que os discípulos passariam; mas deveriam ser motivos de alegria pelo grande consolo que viria.

Os mansos são bem-aventurados porque herdarão a terra. Os discípulos deveriam ter a característica de pessoas mansas. A terra não pertence aos violentos, mas aos mansos que confiam na ação de Deus.

            Os que têm fome e sede  de justiça são bem-aventurados porque serão saciados. O reino de Deus virá e estabelecerá a justiça; a vontade de Deus.

Os misericordiosos são bem-aventurados porque alcançarão misericórdia. Jesus está citando a lei da semeadura.

Os limpos de coração são bem-aventurados porque verão a Deus. Só poderemos ver Deus com o coração limpo.

Os pacificadores são bem-aventurados porque serão chamados filhos de Deus. Toda a pessoa que exerce a violência, a ira e a raiva não pode ser considerada filho de Deus. Somente quem vive a cultura da paz.

Os perseguidos por causa da justiça são bem-aventurados porque deles é o Reino dos Céus. Esta última bem-aventurança é a mais explicada pelo Senhor Jesus. Ele diz (11,12): “Bem-aventurados  são vocês quando, por minha causa, os insultarem e os perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vocês. Alegrem-se e exultem, porque é grande a sua recompensa nos céus; pois assim perseguiram os profetas que viveram antes de vocês”.

Todas as oito Bem-aventuranças são características que os apóstolos precisariam viver e praticar. São as principais lições da Escola do Senhor Jesus. 

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         Sou uma pessoa bem-aventurada?

·         Sou pobre de Espírito ou arrogante? Sou manso ou encrenqueiro? Tenho fome de justiça ou pratico a injustiça?

·         Sou limpo de coração e misericordioso ou ainda tenho o coração todo sujo de vingança, pecados e mágoas?

·         Sou pacificador ou gosto de espalhar fofocas que separam amigos?

·         Tenho sofrido perseguição por pregar o Evangelho?

·         O Evangelho me diz que preciso me esforçar para ser uma pessoa feliz e bem-aventurada nos padrões do Senhor Jesus. Esta deve ser minha primeira lição espiritual.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Desejo ser um bem-aventurado e seguir as lições do Sermão do Monte. Necessito de sua graça para ser pobre de espírito, manso, misericordioso, justo, pacifico e limpo de coração. Ajuda-me a viver o teu Evangelho mesmo que tenha que sofrer perseguições. Que eu entenda o que significa ser Bem-aventurado na visão do Reino de Deus. Por Cristo Jesus, seu Filho, na unidade do Espírito Santo. Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Preciso me esforçar para ser bem-aventurado confiando na graça do Senhor”.

 

Versículo para guardar no coração: “Bem-aventurados os pobres em espírito,  porque deles é o Reino dos Céus”. (Mt 5.3). 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Evangelho do 3º Domingo Comum - Ano A - Eu os farei pescadores de homens - Mateus 4.12-23

 



3º Domingo Comum

Eu os farei pescadores de homens.

 Mateus 4.12-23

 

 

Como um pescador trabalha?

Quem foram os primeiros apóstolos do Senhor?

O que é um apóstolo?

Já sou um “apóstolo” do Senhor Jesus?

 

3º Domingo do Tempo Comum:

            O Tempo Comum é a Escola da Fé. Neste 3º Domingo do Tempo Comum encontramos o Senhor Jesus iniciando seu ministério junto ao Mar da Galiléia. Ele percorre toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades entre o povo. Para auxiliar no ministério Jesus começa a separar seus primeiros apóstolos Pedro e Andre e João e Tiago que são pescadores. Este Evangelho nos convoca a sermos trabalhadores do Senhor e pescadores de homens.

 

I. O que o Evangelho diz?

            O Evangelho narra que o Senhor Jesus, quando ouviu que João Batista havia sido preso, voltou para a Galiléia. Não foi morar em Nazaré, a cidade de sua infância, mas (12) “foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, na região de Zebulom e Naftali”. Escolheu este lugar para cumprir a profecia de Isaías 9.1 (leia o texto).

            O Senhor Jesus, com seu ministério, seria a grande a luz para as pessoas que viviam nas trevas: “aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz”.

            A luz tem início com arrependimento. A primeira mensagem do Senhor foi arrependimento. Ele dizia (17): “Arrependam-se,  porque está próximo o Reino dos Céus”.

            Para auxiliar nesta missão de pregar o arrependimento, e dar continuidade ao ministério o Senhor começou a chamar auxiliares. Os primeiros apóstolos (esta palavra significa enviados) foram os irmãos Pedro e André que eram pescadores e estavam lavando suas redes. Jesus lhes diz (19): “Venham comigo, e eu os farei pescadores de homens”.

            Milagrosamente eles deixaram as redes e o seguiram imediatamente (20). Foi um convite espiritual que tocou em seus espíritos. Foram convencidos e atraídos pelo Espírito Santo para seguirem na Missão de Jesus.

            Logo após vem Tiago e João. “Eles estavam no barco em companhia de seu pai, consertando as redes; e Jesus os chamou. Então eles, no mesmo instante, deixaram o barco e seu pai e seguiram Jesus” (21,22).

            Com os seus primeiros quatro auxiliares, o Senhor Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando todo tipo de doenças e enfermidades entre o povo.

            Foi o início de seu ministério. Um maravilhoso ministério que teve continuidade com os apóstolos e com a Igreja do Senhor.  

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         O Senhor Jesus é a luz em nossas trevas. Todo encontro com Jesus produz luz.

·         A primeira mensagem do Senhor é o arrependimento. Eu já tenho vivido na prática do arrependimento?

·         Jesus precisou de auxiliares. Eu desejo ser um auxiliar do Senhor?

·         Desejo ser usado pelo Senhor?

·         Estou disposto a largar as redes para seguir o projeto que o Senhor tem para a minha vida?

·         Já sou um pescador de homens?

·         Quantas vidas levei para Jesus no ano passado?

·         O Evangelho me diz que preciso aceitar a vocação que o Senhor tem para minha vida. Jesus é a luz do mundo e preciso levar esta luz a todos os homens e mulheres. O meu sim deverá ser largando tudo que me impede, viver o arrependimento e seguir os passos do Senhor.

 

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Jesus é a luz do mundo e me ensina a viver o arrependimento. Desejo aceitar Seu projeto para minha vida e ser um pescador de gente. Auxilie-nos na vivencia e prática da missão. Desejo te seguir e ser um auxiliar em seu ministério de anunciar, pregar, curar e libertar. Ajuda-me a ser fiel em tudo. Por Cristo Jesus, seu Filho, na unidade do Espírito Santo. Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “O Senhor nos chama a sermos pescadores de gente”.

 

Versículo para guardar no coração: “Venham comigo, e eu os farei pescadores de gente”. (Mt 4.19). 

 

 

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Evangelho do 2º Domingo Comum - Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo - João 1.29-34

 


2º Domingo Comum

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

 João 1.29-34

 

 

Quem é Jesus para você?

Porque os judeus comem Cordeiro na Páscoa?

Por que as pessoas precisam ter um encontro pessoal com Jesus?

Como é possível ter este encontro pessoal?

 

Tempo Comum:

            O Tempo Comum é marcado pela vida, ministério e ensinamentos do Senhor Jesus. É o tempo quando refletimos sobre as atividades do Senhor entre seu batismo e sua morte na cruz e ressurreição. O Tempo Comum separa o Ciclo do Natal do Ciclo da Páscoa. É chamado de “Escola da Fé”.

Hoje refletiremos sobre o testemunho de João Batista e sobre o Senhor Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O Senhor Jesus é o nosso Cordeiro Pascal.

 

I. O que o Evangelho diz?

            O Evangelho tem início com a profissão de fé de que o Senhor Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e é o próprio o Filho de Deus.

            No Antigo Testamento o pecado era perdoado mediante o derramamento de sangue de um cordeiro (Hb 9.22). Da mesma forma, a saída do Egito só foi possível porque as famílias sacrificaram um cordeiro e colocaram seu sangue sobre os umbrais e vergas das portas (Ex 12.3-11). O Cordeiro protegeu todas as famílias hebreias que moravam no Egito. Foi neste dia que teve início a festa da Páscoa.

            Por isso, em todas as páscoas, os judeus comem um cordeiro para lembrar a grande salvação que veio mediante o sacrifício do Cordeiro Pascal.

            Portanto, quando João Batista vê Jesus vindo em sua direção, ele não vê um simples homem. Ele vê o Cordeiro Pascal.

Ele professa sua fé dizendo (29): “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”!

            João não conhecia Jesus pessoalmente, mas já anunciava sua chegada. Ele testemunha (30): “Este é aquele a respeito de quem eu falava, quando disse: Depois de mim vem um homem que é mais importante do que eu, porque já existia antes de mim”.

            Ele revela que vinha praticando o batismo na Judéia para possibilitar a manifestação de Jesus a Israel (31): “Eu mesmo não o conhecia, mas vim batizando com água a fim de que ele fosse manifestado a Israel”.

            João havia recebido uma “senha” de Deus sobre quem seria o Messias que viria e batizaria com Espírito Santo. Ele diz (32,33): “Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem você vir descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo”.

            Por causa desses sinais, João Batista testemunha (34): “Pois eu mesmo vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus”.

            O Evangelho tem início com esta teologia do João Batista: apresentar Jesus como o Filho de Deus que veio como Cordeiro para tirar o pecado do mundo.

 

II. O que o Evangelho me diz?

·         O que o Evangelho está falando comigo hoje?

·         O Senhor Jesus é o Filho de Deus que veio como o Cordeiro de Deus para retirar o pecado do mundo. Por isso preciso receber Jesus como Senhor e Salvador.

·         Somente com o Senhor consigo vencer o pecado. É Ele quem retira o pecado do mundo e da minha vida.

·         João não conhecia o Senhor Jesus. Apenas sabia que um dia teria este encontro com Ele. Preciso ter um encontro pessoal com o Senhor Jesus.

·         Você já aceitou Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo?

·         O Evangelho me diz que preciso ter um encontro pessoal com o Senhor Jesus. Ele e o Cordeiro de Deus e o Filho de Deus. Somente com Jesus consigo vencer todos os pecados e me libertar de fato para uma vida feliz e frutífera dentro da vontade de Deus.

 

III. Qual o compromisso que assumirei?

Depois deste estudo, qual o compromisso que assumirei com Deus?

Onde posso melhorar?

 

IV. O que digo a Deus depois da meditação neste Evangelho?

            Senhor. Obrigado por ter enviado o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ajuda-me a viver em santidade seguindo o Cordeiro de Deus. Que Jesus seja minha meta e o meu Senhor. Sei que o Espírito Santo irá me conduzir ao Pai mediante o Senhor Jesus. Que eu seja fiel ao seu projeto de vida sem olhar para trás. Por Cristo Jesus, seu Filho, na unidade do Espírito Santo. Um só Deus agora e sempre. Amém.

 

Frase da Semana: “Preciso aceitar o Senhor Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o Pecado do mundo”.

 

Versículo para guardar no coração: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (Jo 1.29).